08/03/2019

Voltamos em cartaz com a 2ª etapa da temporada de estreia do Microutopias Cotidianas Aglutinantes do lugar !


De  18 a 23 de março venha vivenciar o mais novo trabalho da Anti Status Quo Companhia de  Dança: MICROUTOPIAS COTIDIANAS AGLUTINANTES DO LUGAR!

Antes do Carnaval fizemos uma semana de apresentações  e agora voltamos com mais uma semana!

Não esqueça que só são 24 pessoas por sessão e é preciso agendar mandando um email para microutopiasasq@gmail.com  !!!!!



                      



Microutopias Cotidianas Aglutinantes do Lugar 
da Anti Status Quo Companhia de Dança:

Microutopias Cotidianas Aglutinantes do Lugar é uma obra itinerante contemplativa da Anti Status Quo Companhia de Dança que mistura a experiência do corpo no espaço urbano e no cotidiano com fotografía, intervenção urbana e cinema criando microterritórios de relações possíveis que conectam diferentes níveis de percepção do espaço, do tempo e da realidade. O público trilha um percurso mapeado em que acontecimentos, instalações e mudanças na perspectiva do olhar fazem a cidade performar.


Uma dança das relações com os lugares, dos contextos, da materialidade, do detalhe das coisas. Uma prática de cidade que instaura ligações modestas, capazes de abrir passagens obstruídas pelos hábitos e pela uniformização da percepção, numa especie de utopia de proximidade entre pessoas, lugares e o dia a dia. Uma tentativa de permitir o surgimento de pequenos afetos, pequenos encantamentos com o banal, o simples e o universo cotidiano, restaurando relações diretamente vividas.



Ficha técnica:

Direção artística e conceito: Luciana Lara
Pesquisa e concepção: Luciana Lara em colaboração com bailarinos
Bailarinos: Camilla Nyarady, Déborah Alessandra, João Lima, Luciana Matias, Marcia Regina e Roberto Dagô.
Residências artísticas: Gustavo Ciríaco e Michelle Moura.
Figurino: Luciana Lara e bailarinos
Produção: Anti Status Quo produções artísticas
Arte gráfica dos mapas e intervenções fotográficas: Marconi Valadares e Luciana Lara
Identidade visual e material gráfico de divulgação: Coarquitetos
Duração: 90 minutos
Censura: 18 anos
Lotação máxima: 24 pessoas




Serviço:

Microutopias Cotidianas Aglutinantes do Lugar
Dias: 18 a 23 de março de 2019 (de segunda à sábado)
Horário: sempre as 9:30 da manhã
Local: Centro de Dança do DF
Número limitado de 24 pessoas por sessão.
Ingressos gratuitos com agendamento prévio pelo e-mail: microutopiasasq@gmail.com

02/03/2019

Sergio Maggio em sua Coluna "Tipo assim..." do Metrópoles escreve sobre sua experiência no Microutopias Cotidianas Aglutinantes do Lugar. Confira !


Agradecemos a Sergio Maggio por seu olhar encantado, sua entrega e abertura para a experiência como membro do público que participa e vivencia esse trabalho artístico conosco!Além da importante contribuição com a difusão do nosso trabalho a públicos mais amplos.




Veja aqui alguns trechos do texto "Performance urbana mostra o quanto a Brasília monumental é opressora" publicado no site do Metrópoles no dia 24/02/2019 pelo jornalista e dramaturgo Sergio Maggio.

"Somos em 12 e estamos integrando a experiência Microutopias Cotidianas Aglutinantes do Lugar, que deseja provocar outras sensações do partícipe com a cidade onde habita, estuda, trabalha ou visita. Aos poucos, meu olhar está completamente descondicionado. Antes, a insípida N2 dá lugar para um espaço cheio de vidas e detalhes. Vejo a escala monumental dos prédios de Oscar Niemeyer na Esplanada. Lá está a semicircunferência do Museu da República Honestino Guimarães e, atrás, um prédio cheio de quadradinhos. Aos poucos, vou trocando leituras estratificadas por poéticas."

"Os bailarinos dançam como se o céu fosse o partner. Surge uma humanidade dessa imagem e esse sentimento é emocionante"

"Microutopias Cotidianas Aglutinantes do Lugar é o décimo primeiro trabalho da Anti Status Quo, que tem 30 anos de atividades ininterruptas. Hoje, o grupo é o principal nome da dança e performer do Distrito Federal. Um dos últimos trabalhos, De Carne e Concreto corre o Brasil e o mundo, numa potente discussão política do humano dentro do contexto avassalador do crescimento econômico. Protagonista dessa poética, Luciana Lara transformou-se numa das mais interessantes criadoras brasileiras, dentro do contexto da performance urbana, com um estudo sobre “o corpo e a cidade”. O entendimento do espaço público é feito como um jogo a ser movimentado pelos seus jovens performers, a cidade e os espectadores."

Acesse o texto na íntegra: https://www.metropoles.com/colunas-blogs/tipo-assim

24/02/2019

Fotomontagens Microutopias Cotidianas Aglutinantes do lugar

Vejam as fotomontagens  produzidas para a divulgação do mais novo trabalho da Anti Status Quo Companhia de Dança por Danilo Fleury - COARQUITETOS e fotos de Marconi Valadares e Luciana Lara:










19/02/2019

Anti Status Quo foi capa do Caderno diversão e arte do Correio Braziliense de ontem! E hoje saimos no metrojornal

Agradecemos o Correio Braziliense e nossa assessoria de imprensa Território Cultural ! As matérias   falaram do nosso novo trabalho Microutopias Cotidianas Aglutinantes do lugar e de nossos 30 anos e o Correio Braziliense fez inclusive uma retrospectiva dos trabalhos!!!!! 


Correio Braziliense, capa do Diversão e arte do dia 18/02/2019. Jornalista: Nahima Maciel



Novo espetáculo da Anti Status Quo Companhia de Dança explora a cidade
A proposta é levar o público a andar pelo Plano Piloto em busca das cenas e dos bailarinos

Tudo é inusitado em Microutopias cotidianas aglutinantes do lugar. Do horário de início à localização do palco, o novo espetáculo da companhia Anti Status Quo foi gestado ao longo dos últimos 13 anos e ganhou maturidade depois de muita pesquisa, conversa e vivência sobre o que significa ocupar o espaço urbano. Hoje, a partir das 9h30 da manhã, quando os espectadores forem liberados para correr atrás das cenas — sim, eles precisarão se deslocar —, Brasília vai virar o palco de um imenso balé contemporâneo.



Concebido para 24 pessoas, Microutopias cotidianas aglutinadoras do lugar nasceu do desejo e do encanto pela cidade e pela banalidade do cotidiano. “A gente vem pesquisando a relação do corpo com a cidade desde 2006”, avisa Luciana Lara, diretora e criadora do espetáculo. “Ele é um apanhado de todas as nossas descobertas.” Apenas 24 pessoas poderão participar. Elas devem comparecer ao Centro de Dança para receber um mapa e, a partir deste, começar uma caminhada de aproximadamente uma hora. Durante o percurso, marcado no mapa, o espectador vai esbarrar nas ações desenvolvidas pelos bailarinos.



Luciana não diz quantos locais nem quantos bailarinos participam do Microutopias. Ela quer evitar spoilers e garantir a surpresa. No total, a ação dura uma hora e vinte minutos e será realizada em duas temporadas, com seis dias para cada uma. “É uma experiência que, para ser intensa, a gente tinha que individualizar. O espectador fica autônomo. É um espetáculo itinerante, não é para sentar e assistir. Você olha e as coisas acontecem. São segundos de acontecimento”, avisa. “A ideia foi criar um mapa como se fosse uma caça ao tesouro. O tesouro é o cotidiano. Queremos levar o cotidiano para outro patamar do belo.”



A diretora espera instaurar a poesia no olhar de quem está vendo as cenas e chamar a atenção para detalhes urbanos que passam despercebidos. No mapa, ela garante, não estão os lugares simbólicos e conhecidos da paisagem brasiliense. Um brasiliense típico, acredita Luciana, dificilmente empreenderia um passeio aos locais escolhidos. São lugares que poderiam fazer parte da configuração de qualquer cidade.



As ações dos bailarinos também podem ser muito discretas. É uma forma de exigir do espectador muita atenção para a paisagem urbana e de obrigá-lo a olhar para a cidade com cuidado. Muitas vezes, os bailarinos podem estar camuflados e se confundir com os transeuntes. Esses, por sua vez, se transformam em público. Os 24 espectadores têm o mapa, mas a população inteira vira público. “Tem uma mistura entre ficção e realidade. Você não sabe o que é real, o que foi feito para você. O que acontece na rua, a gente não tem controle. Tem o acaso e o caos que estão sempre presentes, além da participação das pessoas”, reconhece Luciana.



Parte do Microutopias já havia sido esboçado em trabalhos como Cidade em plano (2006) que explorava, esse sim, os ícones das concepções urbanas e arquitetônicas de Lucio Costa e Oscar Niemeyer. A relação do corpo com a cidade, seja ela física, seja política, era o cerne do trabalho. Em 2014, a cidade esteve presente em Sacolas urbanas, uma reflexão sobre o consumismo, a alienação do espaço urbano e movimentação das grandes massas nas cidades. Para Camaleões, de 2009, o desaparecimento dos corpos em meio à poluição visual da cidade foi trabalhado como uma metáfora sobre a dinâmica urbana. Microutopias é o mais recente fruto de uma investigação voltada, principalmente, para o lugar do homem na cidade que construiu.



Microutopias Cotidianas Aglutinantes do Lugar

Anti Status Quo Companhia de Dança. Ponto de encontro: Centro de Dança do DF. De hoje a sábado, às 9h30. Número de espectadores limitado a 24 pessoas. Entrada franca, mediante agendamento, no e-mail microutopiasasq @gmail.com. Não recomendado para menores de 18 anos





» MEMÓRIA



De Carne e Concreto – Uma Instalação Coreográfica (2014)

» A condição humana e a vivência da coletividade sob a égide do sistema capitalista são os temas da instalação



Autorretratodinâmico (2009)

» A dança do ponto de vista pessoal como expressão da alteridade orienta a coreografia



Aletheia (2003)

» Aparência, poder, gênero e os papéis exercidos pelas pessoas na sociedade fazem parte da investigação desse trabalho



Coisas de cartum (2002)

» Os quadrinhos inspiram essa peça sobre as mazelas da vida contemporânea



Dalí (2000)

» Vida e obra do pintor surrealista ganha interpretação livre da companhia



Nada pessoal (1998)

» Como a comunicação de massa e a opressão da sociedade moldam a alteridade serve de tema para a companhia



No instante (1996)

» Bailarinos foram estimulados a criar a partir de roteiros estabelecidos previamente em busca da expressividade pessoal de cada um



Anti Status Quo Dança (1994)

» Objetos e efeitos de luz interagem com os corpos em uma coreografia de temas lúdicos e com ilusões de ótica



Efeitos (1991)

» Linhas e volumes servem de base para a primeira criação da companhia


Retirado do site do Correio Braziliense no dia 18/02/219:

Acesse o link e veja a matéria de Nahima Maciel :



Metro Jornal dia 19/02/2019




13/02/2019

Estreia do novo espetáculo da Anti Status Quo Companhia de dança: MICROUTOPIAS COTIDIANAS AGLUTINANTES DO LUGAR!!!!!!

A Anti Status Quo Companhia de Dança estreia sua mais nova criação, Microutopias Cotidianas Aglutinantes do lugar, no ano que comemora seus 30 anos de trabalho em dança contemporânea. Esta, que é a 11ª obra da Companhia, será apresentada em duas temporadas, de 18 a 23 de fevereiro e de 18 a 23 de março. As apresentações têm início às 9h30, da manhã, e o ponto de encontro é o Centro de Dança do DF.

Em Microutopias Cotidianas Aglutinantes do lugar, obra itinerante contemplativa, a Companhia mergulha na experiência do corpo no cotidiano e no espaço urbano misturando as linguagens da dança, da fotografia e da intervenção urbana. Com plateia restrita a 24 pessoas (por sessão), cada espectador é recebido com um mapa de orientações que o leva a um passeio urbano provocativo de vivência sensível. Segundo Luciana Lara, diretora e coreógrafa da Companhia, “nesta proposta, o público trilha um percurso mapeado nas ruas em que acontecimentos e instalações mudam a perspectiva do olhar sobre a cidade”.

O espetáculo é gratuito e para participar é necessário fazer o agendamento prévio pelo e-mail microutopiasasq@gmail.com.






Serviço:

Espetáculo: MICROUTOPIAS COTIDIANAS AGLUTINANTES DO LUGAR
Grupo: Anti Status Quo Companhia de Dança
Ponto de encontro: Centro de Dança do DF
Dias: 18 a 23 de fevereiro e 18 a 23 de março de 2019 (de segunda à sábado)
Horário: sempre às 9h30
Número de espectadores por sessão: 24 pessoas
Entrada franca, mediante agendamento, no e-mail microutopiasasq@gmail.com
Duração: 90 minutos
Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 18 anos


Ficha técnica:

Grupo: Anti Status Quo Companhia de Dança
Direção artística e conceito: Luciana Lara
Pesquisa e concepção: Luciana Lara em colaboração com bailarinos
Bailarinos: Camilla Nyarady, Déborah Alessandra, João Lima, Luciana Matias, Marcia Regina e Roberto Dagô.
Residências artísticas: Gustavo Ciríaco e Michelle Moura.
Figurino: Luciana Lara e bailarinos
Produção: Anti Status Quo produções artísticas
Assistente: Raoni Carricondo
Arte gráfica dos mapas e intervenções fotográficas: Marconi Valadares e Luciana Lara
Identidade visual e material gráfico de divulgação: Coarquitetos

03/02/2019

Começamos as apresentações de 2019 em Recife -PE pelo Festival do Teatro Brasileiro - Cena Brasiliense ao Recife.

Anti Status Quo Companhia de Dança integra programação do Festival do Teatro Brasileiro - cena Brasiliense ao Recife-PE com "De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica" e "Camaleões" junto com vários colegas da cena mais atual do DF.

A Companhia já participou de duas outras edições do Festival de Teatro Brasileiro, a edição realizada em Campo Grande -MS em 2013 onde apresentou "Cidade em Plano" e realizou o lançamento do livro Arqueologia de Um Processo Criativo - Um Livro Coreográfico e a realizada em Belo Horizonte - BH em 2017, quando apresentou De Carne e concreto - Uma Instalação Coreográfica, realizou uma residência que culminou numa apresentação chamada " O que podemos faze juntos, que não podemos fazer separados?" e um intercâmbio com o grupo Sapos e Afogados!

Dessa vez embarcamos pro Recife-PE, nesta segunda-feira, confira os dias e horários venha assistir a gente:

- Dia 6.02 -  "De Carne e concreto - Uma Instalação Coreográfica" às 20h na Galeria Janete Costa.
 Ingressos limitados em 100 pessoas!

- Dia 08.02  - a intervenção urbana "Camaleões"  ás 15h na rua da Imperatriz. 
Gratuito!











Pela primeira vez no Recife, De Carne e Concreto - Uma instalação coreográfica, da Anti Status Quo Cia de Danca, é um convite para ficar totalmente imerso e refletir sobre a condição urbana humana da perspectiva do corpo. Na fronteira entre a dança contemporânea, a performance art, as artes visuais e o experimento social, o público participa ativamente de uma experiência que levanta questões sobre como viver em sociedade em grandes centros urbanos e como o sistema econômico atual molda o comportamento. 📷Marco Correia

06.02 | 20h | Galeria Janete Costa








Camaleões, da Anti Status Quo Companhia de Dança, chega ao Recife para uma ação na rua, gratuita dentro da programação do XX Festival do Teatro Brasileiro. Na intervenção urbana, corpos cobertos por imagens e palavras tirados de jargões publicitários perdem seus contornos na poluição visual do ambiente urbano. Os materiais denunciam valores, ideais de vida, noções de corpo produzidos, manipulados e distorcidos com o intuito de vender que são incorporados acriticamente. 📷 Luciana Lara

08.02 | 15h | Rua da Imperatriz


Sobre o Festival:

Em sua 20ª edição, o Festival do Teatro Brasileiro (FTB) chega ao Recife trazendo o que de importante está sendo feito nas artes cênicas do Distrito Federal. De 29 de janeiro a 14 de fevereiro, serão 12 montagens em palcos do Recife e Camaragibe, festas, uma residência artística e três oficinas de dramaturgia - as inscrições, gratuitas, estão abertas [programação completa no site www.festivaldoteatrobrasileiro.com.br.

Quatro apresentações terão audiodescrição e tradução em Libras. É um reencontro do evento itinerante com a arte pernambucana: em 2004, a cena local foi para Brasília; em 2008, Recife recebeu espetáculos baianos; e em 2009, uma caravana de PE seguiu para Bahia e Sergipe.

Doze montagens de teatro adulto e para infância e juventude, dança e circo de Brasília virão a Pernambuco para 18 sessões. São eles: “Misanthofreak” (Grupo Desvio), “Achadouros – Teatro Para Bebês” (Coletivo Criadouros), “Por um Triz” (Coletivo Instrumento de Ver), “De Carne e Concreto – Uma Instalação Coreográfica” (Anti Status Quo Companhia de Dança), “Encerramento do Amor” (Cia Setor de Áreas Isoladas), “Inka Clown Show” (Cia Circo Rebote), “Frango” (Cia Errante), “Iara – O Encanto das Águas” (Cia Lumiato Teatro de Formas Animadas), “O Vazio é Cheio de Coisa” (Cia Nós no Bambu), “Columpio” (Cia Circo Rebote), “Camaleões” (Anti Status Quo Companhia de Dança) e “A Moscou! Um Palimpsesto” (Cia Setor de Áreas Isoladas).

Os ingressos – há sessões gratuitas – já estão à venda no site Ingresso Rápido e na central de vendas do Teatro de Santa Isabel.





Quer saber mais?

Acesse o link de algumas reportagens sobre o XX Festival do Teatro Brasileiro na imprensa de Recife -PE:   

G1:

https://g1.globo.com/pe/pernambuco/noticia/2019/01/27/festival-do-teatro-brasileiro-traz-ao-grande-recife-producoes-do-distrito-federal.ghtml?fbclid=IwAR2Mo-pX5eTYCS6gOV-bz4ywGyW_GzEHtqgIt3ZAEut_umC-CMReOn7FQ8A

Blog Terceiro Ato do JC:

https://jc.ne10.uol.com.br/blogs/terceiroato/2019/02/01/20o-festival-do-teatro-brasileiro-aporta-em-pernambuco/?fbclid=IwAR3BsykT3UT43JNnhDPTqtuQLx7L9ptJ2ePFq-J8ALTYeRcDgxk1-3imRCk


Diário de Pernambuco:

http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/viver/2019/01/29/internas_viver,775647/festival-traz-a-pernambuco-espetaculos-e-oficinas-artisticas-do-distri.shtml?fbclid=IwAR3b6btOOzTOhfwEDm-T1sD1chDyv3S7GYvtZRSugWqIZ-Yr0JLBehsLGPc



22/01/2019

Video sobre o festival Mladi Levi em Liubliana, Eslovenia! Conheça um pouco mais sobre o festival que a Anti Status Quo participou com dois trabalhos em agosto/setembro de 2018!

No ano passado Mladi Levi Festival foi um presente para a Anti Status Quo! Ficamos orgulhosos e felizes de ter participado do festival na cidade de Liubliana, capital da Eslovenia com dois trabalhos: Camaleões e De Carne e Concreto!

Dá uma olhada neste vídeo sobre o festival e tenha um gostinho da programação!



English

Last year's edition of Mladi Levi Festival was a gift to Anti Status Quo! We are proud and really happy to have been participated in it with two works: Chameleons and Of Flesh and Concrete!

Take a look at this nice video about the festival and have a glimpse of last year's program!!


#zavodbunker
#Chameleons
#offleshandconcrete
#antistatusquociadedanca
#artivism



Festival MLADI LEVI 2018, Ljubljana from Bunker Ljubljana on Vimeo.

Video by Domen Martinčič


International festival Mladi levi is one of the more prominent annual events of the Bunker Institute, bringing the most current stage performers from all over the world to Ljubljana every end of the summer. It bears a mark of a demanding artistic profile, placed within the arena of contemporary progressive theatre and takes pride in its reputation for discovering young talents. The Festival has a distinctive atmosphere, marked with creativity and vibrant spirit, curious audience and social nature.
"This year’s festival program is opening up those intermediate spaces between the personal and the common, between the intimate and the public, testing the boundaries between them and the fragile limits of freedom between individuals and society, and between individuals themselves. Who do we belong to, what drives us, how far can we go, what determines our choices, who do we listen to, who we deny, what are we afraid of and what are we moving away from, what are our hopes, our desires, what are our common dreams." Nevenka Koprivšek, director
More about the festival: bunker.si/eng/21st-international-festival-mladi-levi

Tradução:
O festival internacional Mladi Levi é um dos eventos anuais mais proeminentes do Instituto Bunker, trazendo os artistas de palco mais atuais de todo o mundo para Ljubljana a cada final de verão. Traz uma marca de um perfil artístico exigente, colocado na arena do teatro progressivo contemporâneo e se orgulha de sua reputação de descobrir jovens talentos. O Festival tem uma atmosfera distinta, marcada pela criatividade e espírito vibrante, público curioso e natureza social. "O programa do festival deste ano está abrindo aqueles espaços intermediários entre o pessoal e o comum, entre o íntimo e o público, testando as fronteiras entre eles e os frágeis limites de liberdade entre os indivíduos e a sociedade e entre os próprios indivíduos. A quem pertencemos, o que nos motiva, até onde podemos ir, o que determina nossas escolhas, quem ouvimos, quem negamos, do que temos medo e do que estamos nos afastando, quais são nossas esperanças, nossos desejos, quais são nossos sonhos comuns? ". Nevenka Koprivšek, diretora.
Mais sobre o festival: bunker.si/eng/21st-international-festival-mladi-levi

27/12/2018

30 anos de Anti Status Quo !

A Anti Status Quo Companhia de Dança faz 30 anos de existência!!!!

No dia 21 de dezembro de  2018 a Companhia fazia a apresentação de seu primeiro espetáculo chamado: ELOQUÊNCIA  com o nome de Anti Status Quo Companhia de Dança no Teatro da Escola Parque da 308 sul!


Copio aqui para guardar na memória e poder reviver a emoção de ler alguns depoimentos deste dia publicados nas redes sociais ( whatsapp, facebook e instagram) e agradeço demais  todo carinho da comunidade de dança do DF, neste dia tão especial pra nós  !!!!





Marconi Valadares:




Nesse dia eu estava na plateia. Tinha uma academia na 308 norte e apoiava Luciana Lara sedendo o espaço nos finais de semanas para ela ensaiar com o grupo de bailarinas. Lembro me de uma reunião em que o nome foi escolhido. Foram trinta anos. Nenhum ano sem produção. Uma linda história que eu tive a felicidade de participar desde o primeiro dia, meses antes da estreia.



Yara de Cunto:

👏👏👏linda memória que está cada dia mais viva e atuante😘
Vamos comemorar está linda caminhada de duas pessoas que lutam e fazem a dança de Brasília acontecer
Reconhecimento mais que merecido pelo importante trabalho da Luciana . Ela respira a arte que faz e é livre para realizar este trabalho de Arte Verdade 😘
Meu reconhecimento ao sempre colaborador Marcone que conseguiu ver a dança em toda sua potencialidade colaborando sempre com o movimento de Dança da cidade🙏



Lenora Lobo:
Parabéns Luciana e Marconi, muito linda esta trajetória e esta resistência 👏❤👏



Débora Dodd:
Parabéns pela linda trajetória!
Ela merece ser beeeem comemorada!



Cleani Marques:
Parabéns @Luciana Lara , por nunca desistir... eu tbm fiz parte dessa história e sou muito grata!!



Robson Castro:
Bom. Eu sou suspeitíssimo pra falar dos 30 anos da ASQ!!!

Compartilho de mais ou menos 1/3 desta história, dançando e testemunhando o empenho da Lu nesse trabalho árduo, cotidiano, contínuo, cheio de desafios e delícias!

Deixo aqui público minha declaração de amor e de admiração: Lu, te admiro muito! Como artista, como coreógrafa, como produtora, como esposa!

Comecei no Núcleo de Formação da ASQ e depois entrei na ASQ propriamente dita. Como bailarino, tive momentos incríveis tanto na rotina diária de ensaios, aulas, pesquisas e experimentos... como também em temporadas! A ASQ foi e ainda é uma escola pra mim! A cada ensaio e a cada trabalho, novas e interessantes questões surgem e nos alimentam a cada dia... e a Lu conduz de um jeito muito bacana toda essa busca e provocações...

Conheci tb algumas gerações de bailarinos que dançaram esse sonho antes da minha chegada, e tb depois de mim... uma rotina de muito suor e de muitas alegrias!

Estendo tb os parabéns ao Marconi que tem produzido a ASQ junto com a Lu.

Quando eu comecei a dançar na ASQ, eu vinha de um grupo de teatro (o Teatro do Concreto). E lá a gente fazia tudo, desde a escrita dos projetos, até a montagem de cenário e desmontagem. Na época, o Teatro do Concreto ainda era um trabalho de grupo onde a gente tinha que fazer de tudo. Quando entrei na ASQ foi muito estranho, pois eu só tinha que dançar... no início eu achei muito estranho ter uma equipe de produção pra fazer toda essa parte... me sentia até meio mal. Com a rotina exaustiva de ensaios e tb com a demanda do corpo, bem diferente da rotina do Teatro, comecei a ver o quanto isso era incrível, tinha um grande valor e também me fortalecia para estar mais preparado para a cena.

Sei tb de muitos artistas que colaboraram em cada processo... muita gente legal!

Fico feliz e orgulhoso de fazer parte! Quando a gente participa de um grupo que tem uma história tão linda e tão longa, parece que toda essa história de tanta dedicação dessas pessoas todas são emprestadas pra gente e a gente dança com tudo isso, com toda essa história, essa força, essa energia!

Um beijo grande de parabéns!

Vida longa!!! Que venham mais 30 anos!!!



Gisele Santoro:
Parabéns, Luciana e Marconi!
Vocês são parte importante da História da Dança no DF



Roberto Dagô:



Niver de 30 anos da @antistatusquociadedanca !!!!

👑🔥Tão maravilhoso fazer parte dessa história e ter a honra de aprender e contribuir com com esse caminho!Um salve pra Luciana e Marconi, q nutriram esse bebê trintão! ♥️ Em geral estamos sempre ralando. Nesse dia, foi apenas sol, água e arrastão de macacos! Celebração de vidas dedicadas ao ofício do artista, caminho q me enche de orgulho e inspiração. Q venham outros 30!




Mariana Pimentel:
Te admiro Lu!!!!! Vc sabe!!!



Naedly:
30 anos não é pra qlqr um... Parabéns pela história linda de dança q vcs constroem 💖


Rafael Tursi:
Uau. Que lindo!! Parabéns, Lu e toda equipe ASQ por fazerem deste ato, permanência, resiliência e resistência! É realmente inspirador reconhecer toda essa jornada.
Obrigado!


Lívia Bennet:
Aaaaaaá que homenagem mais linda e calorosa @Marconi Vivo
Que texto lindo @Robson Castro .
Parabéns @Luciana Lara . Acompanho seu trabalho há muitos longos anos e admiro sua luta. Muitas aulas junto a você e muitos bailarinos amigos passam e passaram por vc. Que venham não só mais 30 anos....
Beijos de carinho e admiração.
🌻


Marcia Almeida:Bravo @Luciana Lara !



Renato Fernandes:
Muito respeito e admiração por esse trabalho tão importante e relevante na capital federal!
Que venham muitos e muitos anos!
Parabéns Luciana ❤
Uma trajetória dessas é pra poucos.


Márcia Regina:
Caminhos sempre abertos pro seus sonhos Luciana. Que seus guias espirituais te guiem pelo caminho do amor e da sabedoria. Muito axé pra ASQ, muita dança sempre!
E gratidão por parte de parte dessa história.



Camilla Nyarady:
Parabéns Lu por toda sua dedicação e suor e conquistas ao longo desse caminhar! Que chegue muito mais e que todos os seus sonhos continuem se realizando de forma próspera! Sou muito grata por esses anos de muito trabalho e tantos aprendizados contigo...e por fazer parte desse sonho e dessa história!



Nei Cirqueira:
Que lindo! Celebremos essa bela caminhada! PARABÉNS, LU!!



Fábio Banderas:
Que demais, Lu! Muito orgulho de vc e da Cia! Parabéns!





20/12/2018

Quinta passada o Núcleo de Formação ASQ fez um compartilhamento público. Veja as fotos e saiba mais o que rolou!


No dia 13/12, quinta passada, o Núcleo de Formação da Anti Status Quo Companhia de Dança  fez o segundo compartilhamento dos processos de criação de solos com a apresentação dos dançantes Maria Ramalho, Luiza Maria, Leo Rodrigues e Ramon Lima na sala 3 do Centro de Dança do DF!

Os solos têm sido desenvolvidos desde a Oficina de criação com Luciana Lara que aconteceu durante 3 meses nas terças, quintas e sextas de 12:15 ás  13:45 no centro de dança do DF e depois seguiu até semana passada  como atividade com o foco no desenvolvimento dos solos.





Fotos Luciana Lara com edição e tratamento de imagem feito por Luiza Maria que também fez o projeto gráfico do folder de divulgação!!!!

Como parte do exercício de fazer essa finalização desta etapa do trabalho, foi proposto que cada um escrevesse um texto sobre seu solo. Compartilho aqui o texto escrito por cada um para o compartilhamento público - Solos em processo com algumas fotos do dia.




Ramon Lima

A minha pele é o último limite que separa e me conecta a existência externa. Não há pele que prenda os desprazeres da carne contra os sólidos. Não há pele que não se molde às mais complexas configurações de estar. Não há temperatura que a pele não reaja com sinceridade. Não há pele que não sinta na pele a sensação de outra pele que não é sua. Não há pele que não se rasga ao gerar uma nova vida. Não há pele o suficiente que possa unir o mundo num único planeta.
     
 






 Luiza Maria


Lugar de instabilidade, latência de potência do desconhecido, pode ser força incrível e expurgo incômodo, tudo para que a terra te encontre depois. O corpo pede. existem demandas específicas do mistério:










Acessar profundezas e iluminar as coisas, os encantamentos e assombros
Experienciar e transformar estruturas
















Leo Rodrigues

Corpo (In)voluntário

Força: agente relacionado com as alterações de movimento e repouso de um corpo.

Espasmos: contração involuntária, não ritmada, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosa ou não.
Contração: encurtamento ou redução do volume de um músculo ou órgão, voluntária ou involuntária, devido a tensão.

Descontrole: falta de controle, de domínio; desgoverno, desequilíbrio, desorientação.

Verbetes complementares: tensionamento e soltura; equilíbrios precários; formas contraproducentes de sustentação.

















Maria Ramalho

Acordada a atenção à textura tanto lisa quanto grossa que toca a pele suada.
Sentir e buscar sentir conforto dentro do calor.
Envolver ao ponto de um pequeno e quase desespero.
Não parar de gostar ao ponto de não querer sair para respirar.
Entrar.
Nesse lugar.
Espaço criado.
Na mesma pele, gastura.
Respiro rarefeito, articulação dobrada.
Cabeça puxada por um pé pisado.
Esticadas as bordas pelo braço.
Caminhos que não são naturalmente insinuados.
O que move o corpo às vezes se assemelha ao que move a humanidade.
O ser submetido ao que não é apenas sem vida, mas a não vida em si, goza de um prazer estranho que precisa ser renovado a cada instante.
Duas belezas revelam-se: uma consumível e uma inquietante.
No ato do descarte, a segunda asfixiou-se na primeira.
Muito movimento pra ser arte visual.
Pouco movimento pra ser dança.
Medidas paliativas não servirão para o que foi inventado.
Ventilar parece amenizar o estrago.













Danilo Fleury e Rebeca Damian participaram de todo o processo, mas não puderam compartilhar seus solos por questões de agenda.


14/12/2018

Saiu uma crítica sobre Camaleões e Sacolas na cabeça na Horizonte da cena, onde Soraya Martins fala com detalhes sobre XI FIAC Bahia ! Vale a pena conferir!

Saiu no site de crítica "Horizonte da cena " o texto: Sobre afetividades e reconfigurações ou fragmentos de um festival - Reflexões e expansões a partir do FIAC 2018 de Soraya Martins


Soraya Martins é mestre em Teoria da Literatura pela FALE/UFMG. Graduada em Letras - Licenciatura Português e Italiano. Atriz cofundadora da Sofisticada Companhia de Teatro, atua no cenário artístico mineiro como atriz e pesquisadora do teatro afro-brasileiro e tem em seu currículo trabalhos realizados junto a diversas companhias, entre elas Companhia Candongas, Grupo do Beco e Caixa de Fósforos).


Camaleões e Sacolas na cabeça foram mencionados, aqui o trecho que fala sobre os nossos trabalhos:









Camaleões fotografado por Isabela Bugmann em Salvador-BA durante o XI FIAC-BAHIA 



"Em tempos sombrios, precisamos ser camaleônicos, atuar nas brechas, nos resíduos, nos hiatos de tempo-existência e tempo-espaço. A performance Camaleões, da Anti Status Quo Companhia de Dança, foi para a rua e levou para 2 de julho a urgência de repensar certezas a partir da construção de dramaturgias críticas e reflexivas. Corpos cobertos por imagens, frases e palavras retiradas de jornais e revistas invadiram e se perderam em meio ao centro de Salvador, em meio a poluição visual, sonora e do ar de uma grande cidade brasileira. No hiato de um açougue e a promoção de um quilo de alcatra, quem é a carne mais barata do mercado? Quantas notícias consigo pregar na minha bunda? No turbilhão de palavras, revistas e jornais de uma banca de esquina, qual palavra vale mais? Esse corpo coberto de notícias também é fake? É teatro? É de esquerda ou de direita? Quem quer roubar a cena? Esses corpos entre caixas de papelão, talvez lixos, têm dignidade humana? Posso chutar? É resto? Estamos anestesiados e sem capacidade de sentir? Vestimos Sacolas na cabeça (outra performance da Anti Status Quo Companhia de Dança) e fomos sufocados pelas coisas que desesperadamente queremos consumir? A sacola, símbolo do consumismo, virou máscara e também mote de interação e reflexão para pensarmos o mundo em que vivemos e repensarmos o mundo em que vamos querer viver. E vendo essa performance, a minha urgência, lá do Diálogo/Terreiro, se faz mais uma vez pulsante: fabular outros mundos a partir da partilha do sensível que a arte nos oferece. A performance da Cia de dança de Brasília fissura esse lugar da partilha, da arte como experiência e do espectador como partícipe de um jogo que ficcionaliza a realidade, por isso tão potente e desestabilizador, tão necessário de estar nas ruas e encruzilhadas".


Por Soraya Martins


Gratos pelo olhar de Soraya Martins e por mais essa reverberação do XI FIAC BAHIA!


Click no link pra ver o texto na íntegra e conhecer um pouco do que rolou no festival: http://www.horizontedacena.com/sobre-afetividades-e-reconfiguracoes-ou-fragmentos-de-um-festival/

12/12/2018

Núcleo de Formação ASQ faz compartilhamento público: solos em processo! Amanhã!!!!


Amanhã, quinta-feira, dia 13/12, as 12:15 no Centro de Dança do DF, o Núcleo de Formação da Anti Status Quo Companhia de Dança fará o segundo compartilhamento dos processos de criação de solos que começamos a desenvolver este ano na Oficina de criação em dança com Luciana Lara. A oficina  durou 3 meses ( de 14 de maio a 14 de agosto deste ano) e aí com o desejo de dar continuidade a criação dos solos seguimos trabalhando!


Fizemos o primeiro compartilhamento quando finalizamos a Oficina nos dias 17 e 18 de agosto com a participação de um público muito bacana de amigos, integrantes da comunidade da dança de Brasília e interessados em geral com um bate papo no final.

Resolvemos repetir a dose com o mesmo espírito do primeiro. A ideia deste segundo compartilhamento público é compartilhar o atual momento dos solos que ainda estão em processo pra trocar um pouco e encerrar o ano!

Venha viver esses momentos com a gente e depois bater um papo sobre dança, processos criativos, arte e vida!

Convidamos especialmente as pessoas que tiveram no primeiro compartilhamento para aprofundar as reflexões! Vem gente!





                   Arte do folder: Luiza Maria

18/11/2018

Reportagem sobre a intervenção urbana Camaleões no programa Mosaico Baiano da TV Bahia!

Ontem, sábado, dia 17/11/2018 a TV Bahia veiculou no programa Mosaico Baiano uma reportagem sobre a intervenção urbana Camaleões da Anti Status Quo Companhia de Dança realizada no bairro de 2 de julho em Salvador durante o IX FIAC BAHIA !


Confira: https://globoplay.globo.com/v/7167217/









07/11/2018

A Anti Status Quo Companhia de dança acaba de voltar do FIAC-BAHIA e da Bienal de dança do Ceará - De par em par! Confira nossos momentos nestes dois festivais incríveis!


Anti Status Quo acaba de voltar de dois festivais incríveis o XI FIAC - BAHIA em Salvador e a Bienal de Dança do Ceará - De par em par em Fortaleza !


Agradecemos a dedicação das equipes de produção, o cuidado e carinho com nosso trabalho, os encontros e as trocas! Guardaremos na nossa historia e corpos momentos incríveis de nossas participações !


Parabéns aos diretores David Linhares ( Bienal) e e Felipe Assis ( FIAC) e toda as suas equipes. Vida longa, mais do que nunca, aos festivais de artes cênicas no Brasil! Resistiremos e estamos juntos!


Confira o que aconteceu em cada Festival!


FIAC-BAHIA: http://www.fiacbahia.com.br

* Não deixe de conferir este site, ele é muito completo e está para além de só anunciar as atrações, tem entrevistas com os artistas participantes que expande o alcance do Festival e mostra todo o pensamento e a produção de conhecimento por trás de cada trabalho e de cada atividade do festival! Uma potência!








Palavras do FIAC:

O FIAC Bahia chega a sua 11a edição no dia 23 de outubro de 2018 com apoio financeiro do Estado do Bahia e realização da 7Oito Projetos & Produções.

O início desta nova década de festival é marcado por muitas tensões e uma enorme imprevisibilidade em relação ao porvir.

Um tempo que teima em se espiralar a revelia do olhar que tem predileção por linhas retas e nos lembra, com ares incrédulos, que se comemoram 40 anos do Movimento Negro Unificado, 50 anos do Maio de 68, 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos e 86 anos do voto feminino no Brasil no mesmo ano de aprofundamento do Golpe. Ano em que sopram novamente discursos totalitários. A história se repete.

Para afirmar nosso espírito solar num contragolpe ao momento sombrio de tantos emaranhados, evocamos a encruzilhada como potência, na perspectiva de abertura de novos caminhos e possibilidades. E aqui nos inspiramos em vozes que ecoam noutros cantos deste país: salve Rufino e Simas, que nos alimentaram com outras epistemologias.

É com este espírito que o FIAC Bahia 2018 perambula pelas ruas e promove encontros para evocar outros saberes nas esquinas que embaralham categorias e brincam com as ambivalências.

Neste movimento, a palavra é corpo, é intervenção: a língua se dobra na possibilidade de cultivar exercícios de escuta para recompor aquilo que é desmontado à olhos vistos.

E se o espetáculo já está posto, nos ponhamos a rasurá-lo: o clown ensina a rir das nossas certezas e enfrentar o inacabamento, enquanto as crianças tripudiam das nossas lógicas e afirmam a infância como espaço para a abertura de mundos e futuros.

A convocação para estarmos juntos assenta esta 11a edição, amarrando os interstícios do festival que se reconhece como espaço de formação e reafirma o seu compromisso com a cidade.

Que em 2018 possamos nos reinventar nestes cruzos!

#FIACabrecaminho



Olha o que saiu na imprensa:










Links para as reportagens:

https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/cenas-inusitadas-provocam-curiosidade-nas-ruas-de-salvador/


https://g1.globo.com/ba/bahia/noticia/2018/10/19/festival-internacional-de-artes-cenicas-da-bahia-comeca-na-proxima-terca-feira-veja-programacao.ghtml




Confira os vídeos:


Felipe Assis, diretor do FIAC -BAHIA, fala sobre a XI edição do festival na tv:



Programa Soterópolis:

Felipe Assis, diretor do FIAC-BAHIA e Rita Aquino, coordenadora das atividades formativas falam sobre o festival:





Vídeos sobre os trabalhos da Companhia  apresentados no FIAC: 


Camaleões:





Sacolas na cabeça






Momentos de Camaleões no bairro 2 de julho em Salvador:


















Fotos: Luciana Lara



Camaleões

Camaleões é uma intervenção urbana feita de desaparecimentos. Corpos cobertos por imagens e palavras tiradas de jargões publicitários perdem seus contornos na poluição visual do ambiente urbano e se fundem a vitrines, entradas de lojas, paredes, muros, outdoors. Formando uma segunda pele, o material gera conotações que denunciam valores, ideologias e noções de corpos manipulados e distorcidos pelo sistema econômico vigente. A pessoa desaparece naquilo que produz e consome, revelando as dimensões escondidas pela mecanização e anestesia do corpo-mente no cotidiano.

Direção artística e conceito: Luciana Lara
Bailarinos interventores: Camilla Nyarady, Déborah Alessandra, João Lima, Luciana Matias, Marcia Regina, Raoni Carricondo, Roberto Dagô e Robson Castro
Bailarinos colaboradores do processo criativo: Breno Metre, Gigliola Mendes, Leandro Menezes e Paula Medeiros
Montagem do figurino: Luciana Lara e elenco
Assistente de Produção: Marconi Valadares
Fotos divulgação: Luciana Lara, Nada Zgank, Renato Mosca
Duração: Aproximadamente 60 min
Censura: Livre
Entrada Franca

Anti Status Quo Companhia de Dança é um laboratório independente de criação em dança. O nome surge do desejo pela experimentação e traz a urgência de repensar certezas a partir da construção de dramaturgias críticas e políticas, dialogando com as artes visuais e diferentes disciplinas não-artísticas. Ela foi criada em 1988 e é formada atualmente por dez artistas. O grupo vem investindo em produções para diferentes suportes e realiza residências artísticas com artistas convidados para intercâmbio e colaboração durante seus processos criativos. A Companhia participa do FIAC como parte do projeto “ASQ outside the black box” patrocinado pelo FAC Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal.

facebook.com/asqciadedanca
insta @antistatusquociadedanca
www.criacaoabertaantistatusquo.blogspot.com.br



Momentos Sacolas na cabeça no Pelourinho: 



Oficina/residência Sacolas na cabeça na Funceb































Fotos: Isabela Buigmann


















     Foto: Isabela Bugmann





                                                Foto: Luciana Lara










































Sacolas na Cabeça no bairro de Plataforma em Salvador:




















Foto: Luiz Antonio







































Foto: Luiz Antonio


Fotos: Luciana Lara:





















 Video: Luiz Antonio


Oficina/ residência no Centro Cultural Plataforma no bairro de Plataforma 



Sacolas na cabeça

Pessoas andam pela cidade vestindo sacolas na cabeça. Uma invasão de seres que desafiam a lógica e instigam a realidade, criando um mundo paralelo. A sacola vira uma provocação. Um objeto relacional disparador do que está latente no momento. Ícone da sociedade de consumo e do sistema capitalista, ela vira máscara, mas também convite à interação. Os sacolas na cabeça atraem olhares e viram pontos focais, direcionando a percepção do transeunte na paisagem difusa da cidade para composições que revelam e ressignificam o próprio espaço urbano.

Concepção e direção artística: Luciana Lara
Bailarinos interventores: Camilla Nyarady, Déborah Alessandra, João Lima, Luciana Matias, Marcia Regina, Raoni Carricondo, Robson Castro, Roberto Dagô e artistas convidados
Figurino: Luciana Lara e elenco
Assistente de Produção: Marconi Valadares
Fotos divulgação: Luciana Lara, Thiago Araújo, Sartoryi Sartoryi e Danilo Cava
Duração: Aproximadamente 60 min
Censura: Livre
Entrada Franca




Bienal de Dança do Ceará - De par em par: http://www.bienaldedanca.com


A participação da Anti Status Quo Companhia de Dança com seu espetáculo "De Carne e Concreto -Uma Instalação Coreográfica nesta edição de 2018 da Bienal, só foi possível graças ao apoio do Governo do Distrito Federal por meio do Programa Conexão Cultura DF.














Palavras da Bienal:


A Bienal Internacional de Dança do Ceará / de Par em Par, ou simplesmente Bienal de Par em Par, como ficou conhecida, teve sua primeira edição realizada em 2008. O propósito principal desse projeto era criar possibilidades para que distintas ações da Bienal, sobretudo aquelas de caráter formativo, pudessem seguir se desdobrando para além do período do evento. Um outro traço presente na gênese da Bienal de Par em Par era a abertura de espaço para que as várias interfaces da dança com outras expressões artísticas, tais como o teatro, a performance, as artes visuais, o vídeo e o cinema pudessem ser inseridas na programação do evento. Passada uma década desde o advento de sua primeira realização, a Bienal de Par em Par celebra sua 6ª edição e seus dez anos de existência fazendo um exercício de “retorno às origens”.

Atravessando, como vários outros festivais artísticos do Brasil, um período de terríveis adversidades decorrentes não só da crise econômica que o país atravessa, mas também do descaso e de tantos outros descalabros promovidos por um governo federal tão insensível à cultura que chegou a propor a extinção do próprio Ministério da Cultura, a Bienal acontece esse ano unicamente em função de sua teimosia e resiliência. Teimosia e resiliência que ante a escassez de recursos, as manifestações de racismo, homofobia, intolerância e extremismos que grassam pelo país, nos instigam a seguir adiante afirmando ainda mais veementemente os valores da pluralidade, do respeito à diferença, do diálogo, da liberdade e da invenção. Pautados por essas referências e contando com a parceria de amigos, colegas, artistas e instituições que a elas se alinham, conseguimos contornar uma série de obstáculos para que esse evento pudesse se concretizar. As parcerias são a marca dessa Bienal de Par em Par!

Em 2018, o festival apresenta uma série de mostras associadas que conferem uma enorme diversidade de proposições à programação artística. Algumas dessas mostras são produzidas diretamente pela Bienal, outras são eventos associados que atuam de forma sinérgica com nossa programação artística e formativa visando a ampliar o alcance das ações propostas.

A programação artística traz companhias do Canadá e da Suíça – Cie. Marie Chouinard e Cie. Alias respectivamente – além de grupos e artistas expressivos da cena nacional, tais como a artista multimídia Linn da Quebrada, o grupo Cena 11, a performer Jussara Belchior, a Anti Satus Quo Companhia de Dança/Luciana Lara, a Cia Nós No Bambu/Poema Mühlenberg e Ângelo Madureira.

A presença de artistas internacionais é ampliada por meio do Percursos de Criação, contando com a presença de Amy Bell, artista do Reino Unido, e de Fabrice Ramalingon, coreógrafo francês de com vasta carreira internacional. grande projeção. Esses artistas atuam em processos criativos junto a companhias e grupos locais e parte do resultado desses processos é agora apresentado na programação.

O espaço destinado aos artistas cearenses ganha um destaque especial nessa edição. Contando com várias curadorias e com as mostras associadas “Pequenos Trabalhos Não São Trabalhos Pequenos”, Canteiros de Criação: atitudes criativas nos espaços formativos, II Festival Internacional de Danças Urbanas na Cena, mais de 150 trabalhos serão apresentados.

As mostras de videodança REDIV e on tour também integram as mostras associadas, apresentando 23 curtas de dança de vários países.

Incluindo trabalhos que fazem dialogar a dança, o teatro, a performance, o audiovisual, as artes visuais, o circo, entre outras manifestações artísticas, essas plataformas são provavelmente o que melhor retrata esse movimento de “retorno às origens” da Bienal de Par em Par.

Como em outras edições, abrangendo trabalhos locais e nacionais, a programação estende-se por quatro cidades do interior do Ceará: Itapipoca, Trairi, Paracuru e Pacatuba. Ao longo dos anos, esses municípios tornaram-se não só destinos frequentes do evento, mas parceiros importantes para a inclusão de novos públicos e para a geração de sinergia na realização de ações conjuntas.

Entre as ações formativas da Bienal de Par em Par, destaca-se o projeto Trajetos EnCena, realizado desde 2015 e concebido como uma ação de promoção do acesso ao saberes e fazeres das produções coreográficas. Em 2018 apresentará duas criações coreográficas com jovens do Grande Vicente Pinzon, do Bom Jardim e de diversos outros bairros de Fortaleza.

Uma outra importante realização é o “Diálogos Quebec / Ceará – intercâmbios artísticos e acadêmicos em dança”. Trata-se de uma ação envolvendo professores do departamento de dança da UQAM – Université du Quebec à Montréal e professores das graduações em dança da UFC com a finalidade de dar início a uma aproximação e a parcerias entre as cenas coreográficas e acadêmicas do Ceará e do Quebec.

Contemplar à distância a programação da Bienal de Par em Par 2018 equivale a observar de longe um grande mosaico, multi referenciado, sem forma definida, banhado de tons que se interpenetram e se misturam, atravessado e pontilhado por vetores e campos de força. Muitos modos de ver, perceber e fazer. Quanto mais próximo, mais polissêmico torna-se esse mosaico, evidenciando particularidades que dão a ver múltiplas singularidades; o que se revela é a policromia de distintos contextos e paisagens refratada pelos olhares das várias curadorias presentes nessa edição da Bienal de Par em Par.

Essa Bienal se faz da soma de muitos desejos e olhares, de muitas mãos e cumplicidades. Como uma dança que nunca cessa, diferenciando-se em sua própria repetição e teimosia, segue em busca de novos possíveis, insiste em afirmar a alegria e a empatia, a beleza e a graça dos encontros, a potência da arte e da vida. Venha celebrar conosco a dança em suas pluralidades. Encontremo-nos!


Momentos De Carne e concreto -Uma Instalação Coreográfica  na Bienal:




2014 | 140 min | 18 anos
De Carne e Concreto - Uma instalação coreográfica é um convite para ficar totalmente imerso e participar de uma experiência e de uma reflexão sobre a atual condição urbana humana a partir da perspectiva do corpo. Na fronteira entre a dança contemporânea, a performance art, as artes visuais e o experimento social, o trabalho inclui o espaço e o público como parte constituinte da obra e coloca o corpo e o comportamento humano no centro das questões dramatúrgicas, levantando questões sobre como viver em sociedade em grandes centros urbanos e como a lógica do sistema econômico atual molda nossos desejos e ações.

23/10 | 18h | Galeria Multiuso - Dragão do mar – Fortaleza

Direção Artística, Dramaturgia e Conceito Luciana Lara Pesquisa e Concepção Luciana Lara em colaboração com bailarinos e artistas convidados colaboradores Elenco Camilla Nyarady, Déborah Alessandra, João Lima, Luciana Matias, Marcia Regina, Raoni Carricondo, Robson Castro, Roberto Dagô Bailarinos colaboradores do processo criativo Camilla Nyarady, Carolina Carret, Cristhian Cantarino, João Lima, Luara Learth, Raoni Carricondo, Robson Castro, Vinícius Santana Artistas convidados colaboradores do processo criativo Marcelo Evelin, Gustavo Ciríaco, Denise Stutz Figurino e Máscaras Luciana Lara e elenco Assessoria de iluminação James Fensterseifer, Marcelo Augusto Produção Marconi Valadares, Luciana Lara

Fotos de Luiz Alves ( fotógrafo da Bienal) durante a performance:


























 












Bastidores ( fotos Luciana Lara:

































































Saiu na imprensa de Fortaleza:



Trecho:

"De carne e concreto - uma instalação coreográfica", da Anti Status Quo Companhia de Dança (DF): vale-se da performance art, das artes visuais e de experimentos sociais para refletir sobre a atual condição humana das grandes metrópoles, a partir da perspectiva do corpo, incluindo espaço e público como partes da obra.

Link: http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/editorias/verso/celebracao-do-movimento-na-sexta-edicao-da-bienal-internacional-de-danca-do-ceara-1.2014311




Outros links de reportagens:

http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/editorias/verso/online/como-apreciar-um-espetaculo-de-danca-contemporanea-1.2014421