15/11/2017

Crítica sobre os trabalhos apresentados no Festival Panorama 2017 no O globo. Confira o que escreveram sobre a Companhia!


Matéria no O Globo do dia:12/11/2017


Trecho:

"No Centro de Artes da Maré, na favela de Nova Holanda, foi a vez de conhecer “De carne e concreto – Uma instalação coreográfica”, trabalho de fôlego da Antistatus Quo Companhia de Dança, grupo de Brasília. Foram mais de duas horas do público às voltas com uma experiência performática nem sempre fácil ou agradável mas, ao mesmo tempo, cheia de camadas reveladas aos poucos, sem perder a intensidade..."

Por Adriana Pavlova

05/11/2017

Saiu no O Globo! Anti Status Quo no Festival Panorama!


Saiu no jornal O Globo! Anti Status Quo no Festival Panorama nesta quinta-feira,  dia 9 de novembro, as 17 h, no Centro de Artes da Maré no Rio de Janeiro! Entrada franca, mas com ingressos limitados!

Trechos:


"— Este ano, é como se fosse a 25ª edição + 1, porque criamos um ponto extra nessa caminhada, o Panorama.br, que reunirá dez companhias brasileiras. Essa plataforma servirá como uma vitrine, que mostrará o que de melhor está sendo gerado no Brasil, para o mundo — conta o diretor executivo do festival, Renato Saraiva."

Leia mais nos dois links :


https://oglobo.globo.com/cultura/panorama-chega-26-edicao-com-formato-renovado-22029227

https://oglobo.globo.com/rioshow/festival-panorama-chega-26-edicao-22024532


 



30/10/2017

Saiu hoje no Correio Brasiliense sobre a Anti Status Quo Companhia de Dança




Trecho da reportagem:


"Luciana Lara é um dos nomes mais fortes da dança contemporânea de Brasília e trabalhou por 28 anos ininterruptos como diretora e coreógrafa da Anti Status Quo Companhia de dança. A artista destaca que Brasília tem o potencial artístico e humano para ser um cenário forte de dança contemporânea, com tradição na vanguarda criativa. Para ela, a dança contemporânea é uma arte que nada contra a maré. “Em tempos de velocidade, capitalismo selvagem, neoliberalismo e a moda da ideia de empreendedorismo cultural como salvação e arte como produto, garantir continuidade, experimentação e pesquisa em dança parecem ideias surreais, irreais, mas muito necessárias para o nosso desenvolvimento artístico e cultural”.


A abertura do Centro de Dança de Brasília, um antigo espaço de desenvolvimento, troca entre gerações e apresentações, é esperada com ansiedade pela bailarina e coreógrafa. O trabalho mais recente da Anti Status Quo, chamado De carne e concreto – uma instalação coreográfica, tem viajado para se apresentar em diversas regiões do país, como a abertura do Festival Vivadança, em Salvador. Para Luciana, levar o trabalho para outras cidades e países por meio de festivais de artes cênicas ou turnês, coloca o trabalho em perspectiva.


Além de difundir e ampliar o alcance público do trabalho, a experiência é um momento de amadurecimento. A exposição do trabalho em diferentes contextos daquele em que foi produzido pode revelar novas dimensões e repercussões de seu impacto artístico, além de fomentar a autocrítica. O grande desafio é ampliar constantemente o interesse de diferentes espectadores, permitindo que um público maior tenha acesso aos trabalhos de qualidade produzidos no Distrito Federal."




24/10/2017

Anti Status Quo no Panorama em novembro!

A Anti Status Quo Companhia de Dança estará na Mostra Nacional do Festival Panorama com De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica !

O Festival acontece de 7 a 12 de novembro no Rio de Janeiro-RJ !


Aguarde mais informações e veja quem mais estará no Festival!

Acesse: http://panoramafestival.com/blog/2017/10/confira-lista-dos-selecionados-para-nova-mostra-nacional-panorama-br/







23/10/2017

Confira novo texto reflexivo publicado na web sobre De Carne e Concreto - Uma Instalação coreográfica por Luiz Carlos Garrocho!


Para nossa alegria, o pesquisador e criador cênico, arte-educador e gestor cultural Luiz Carlos Garrocho de Belo Horizonte-BH publicou em seu blog Duração & Diferença um texto sobre De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica, depois de ter assistido a uma das nossas apresentações na Funarte-BH, durante a programação do Festival do Teatro Brasileiro - Cena Belo Horizonte.


     Foto: Luiz Carlos Garrocho


Destacamos dois trechos do texto de Garrocho aqui:


"O que me chama a atenção, em primeira mão, é o caráter de acontecimento. Luciana Lara vem há muitos anos desterritorializando o campo da dança para reterritorializá-lo na experimentação. Ou seja, em contínuas desterritorializações. A função espetacular é, por esse caminho, desviada para buscar a cena como espaço e tempo do encontro."

"Algo se passou com aqueles corpos e com os nossos corpos – falo especificamente disso: daquilo que resta – o que o acontecimento cênico consegue gerar quando esgarça suas potências até o ponto em que deixa um vazio pleno. Em que eu, como espectador (no caso, um espectador também participante da paisagem), posso subjetivar, quando o que já foi ainda ressoa, continua reverberando."


Confira o texto na íntegra em:

http://www.luizcarlosgarrocho.redezero.org/de-carne-e-concreto-uma-instalacao-coreografica/


Saiba mais:

Festival do Teatro Brasileiro tem várias frentes para além da mostra de espetáculos, uma delas são os encontros informais entre os artistas e grupos que estão viajando e participando do festival e os artistas e grupos da cidade que recebe o Festival! A Anti Status Quo realizou seu intercâmbio com Luiz Carlos Garrocho ( Coletivos Contraponto e Bando à parte). Adoramos o encontro com Garrocho e agora ele nos presenteia com esse texto. Agradecemos também ao FTB, é muito importante que exista esse espaço de intercâmbio dentro do festival, a criação de redes, as trocas de perspectivas, os  pensamentos sobre a arte e as novas relações de afetos fomentam o fazer artístico e o espectro de alcance dos nossos trabalhos como artistas. Obrigada Luiz Carlos Garrocho e FTB!



                               ASQ e Garrocho em BH!

22/09/2017

Confira a crítica sobre "De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica" da Anti Status Quo Companhia de Dança no site de críticas Horizonte da Cena .


Saiu uma crítica do trabalho "De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica" no site de críticas Horizonte da Cena intitulada : "A Materialidade dos movimentos fazendo carne, decompondo mundos e abrindo brechas de presença". Os autores, Clóvis Domingos, e Mário Rosa assistiram a uma de nossas apresentações durante o Festival do Teatro Brasileiro em Belo Horizonte-MG no mês passado!


Nós da Anti Status Quo Companhia de Dança agradecemos o olhar sensível e a reflexão minuciosa do nosso trabalho!


Vale a pena conferir:


http://www.horizontedacena.com/a-materialidade-dos-movimentos-fazendo-carne-decompondo-mundos-e-abrindo-brechas-de-presenca/




Trechos:


"Numa proposta de criação de uma experiência compartilhada entre bailarinos e público, a ocupação horizontal do espaço multiuso da FUNARTE e a indicação inicial para que os espectadores-participantes adentrem tal espaço com uma sacola de papel na cabeça criam estados de expectativas, entusiasmos, estranhamentos e certa desorientação.''


"Acontecimento do corpo. Um trabalho que provoca sensações e não necessariamente emite alguma mensagem e sim um bloco de sensações: o corpo em suas brechas, sua opacidade, suas necessidades, seu desassossego, nosso ocultamento e nossa exposição. No corpo: nosso cansaço, nossa aposta do quanto cabe nos acúmulos, a vontade de que exploda a matéria viva que era tão fina, os nossos desejos contidos. O corpo que não aguenta mais! "


"Uma questão que também perpassa este trabalho é o como viver junto tanto na perspectiva de uma vida social de partilha e encontros e dissensos e negociações das tantas imagens construídas e evocadas, quanto na proposta da própria instalação coreográfica: que lugar ocupar naquele evento? Que performance é também possível ao espectador-participante? Quais os limites da experiência deste estar junto proposto (o quente e o frio desta instalação, quando o público passa a ser somente observador)? Neste sentido, a discussão sobre o comum, fortemente presente nos dias atuais, é relevante, pois há uma disposição em considerar o público como elemento importante da instalação coreográfica, de massa consumista à multidão de singularidades que pode alterar e compor quadros, passando também pela redução a um bloco de entusiastas das formas e das imagens já consolidadas de resistência e protesto."








19/08/2017

Confira as fotos do De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica no Festival do Teatro Brasileiro


Felizes com o público que lotou nossas 2 sessões !!!!

A Anti Status Quo Companhia de Dança apresentou De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica no Festival do Teatro Brasileiro ontem e antes de ontem (17 e 18 de agosto).

Queríamos agradecer primeiramente a Sergio Bacelar, Marcelo Bones e toda a equipe de produção do Festival principalmente à Marina Abelha, Marina Arthuzzi, Bruna pelo cuidado, atenção e acolhida!

Confira as fotos de ensaio e apresentação do dia 17 por Lucas Brito:










17/08/2017

É hoje! De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica no Festival do Teatro Brasileiro na FUNARTE em Belo Horizonte-MG ás 19:30! Amanhã tem também!

A Anti Status Quo Companhia de Dança apresenta hoje e amanhã, (dias 17 e 18 de agosto), sempre ás 19h30 na FUNARTE de Belo Horizonte-MG: De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica. O trabalho é um dos espetáculos de abertura do Festival do Teatro Brasileiro - cena Distrito Federal - Etapa MG.


Entrada franca com retirada de ingressos 1 hora antes do espetáculo! Público restrito! Garanta seu ingresso





Saiba mais sobre o trabalho:


De Carne e Concreto – Uma Instalação coreográfica tem como proposta uma reflexão sobre a condição urbana humana atual sob a perspectiva do corpo. Na fronteira entre a performance, as artes visuais e a dança contemporânea, o trabalho coloca o público diante da questão de vivermos em coletividade e em grande centros urbanos e sob o sistema econômico vigente.


Fruto de estudo da relação do corpo com a cidade, o trabalho parte da materialidade das coisas, do simples e do precário para revermos como nos relacionamos uns com os outros, como lidamos com o individual e o coletivo, com o espaço e o tempo e com o corpo e a mente. O formato de instalação instaura diferentes maneiras de perceber a obra, propondo uma vivência de arte como experiência. O espaço e o público são partes constituintes da obra, colocando o corpo, o comportamento humano e nossos sistemas de valores no centro das questões dramatúrgicas.



Ficha Técnica

Direção artística: 
Luciana Lara

Concepção e pesquisa: 
Luciana Lara em colaboração com bailarinos e artistas colaboradores convidados

Artistas colaboradores convidados:
Marcelo Evelin, Gustavo Ciríaco e Denise Stutz

Bailarinos colaboradores:
Camilla Nyarady, Carolina Carret, Cristhian Cantarino, João Lima, Luara Learth, Raoni Carricondo, Robson Castro e Vinícius Santana

Elenco 
Camilla Nyarady, Clara Sales, Déborah Alessandra, João Lima, Luciana Matias, Marcia Regina e Raoni Carricondo

Figurino:
Luciana Lara e elenco

Assessoria de iluminação:
James Fensterseifer

Produção:
Marconi Valadares

Fotos divulgação:
Mila Petrillo




Confira o que saiu no Jornal O Tempo de Belo Horizonte sobre o Festival do Teatro Brasileiro​ pelas palavras do curador Marcelo Bones:

"De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica" da Anti Status Quo Companhia de Dança

"Eu fiquei impressionado com a vitalidade da dança de Brasília, que também encosta no teatro. "Carne e Concreto", por exemplo, é um espetáculo ousado,de uma pesquisa profunda, que exige muito rigor dos bailarinos ao mesmo tempo que busca uma estética diferenciada. Esse é um dos espetáculos de abertura, e será apresentado para um público restrito de aproximadamente 80 pessoas", cometa o curador.





13/08/2017

Anti Status Quo Companhia de Dança no Festival do Teatro Brasileiro em Belo Horizonte com De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica!






Nesta quinta-feira e sexta-feira, dias 17 e 18 de agosto ás 19:30, nós da Anti Status Quo Companhia de Dança apresentaremos De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica no Festival do Teatro Brasileiro na FUNARTE em Belo Horizonte-MG!


De Carne e Concreto – Uma Instalação Coreográfica
De Carne e Concreto – Uma Instalação coreográfica tem como proposta uma reflexão sobre a condição urbana humana atual sob a perspectiva do corpo. Na fronteira entre a performance, as artes visuais e a dança contemporânea, o trabalho da Anti Status Quo Companhia de Dança de Brasília-DF coloca o público diante da questão de vivermos em coletividade e em grande centros urbanos e sob o sistema econômico vigente.

Fruto de estudo da relação do corpo com a cidade, o trabalho parte da materialidade das coisas, do simples e do precário para revermos como nos relacionamos uns com os outros, como lidamos com o individual e o coletivo, com o espaço e o tempo e com o corpo e a mente. O formato de instalação instaura diferentes maneiras de perceber a obra, propondo uma vivência de arte como experiência. O espaço e o público são partes constituintes da obra, colocando o corpo, o comportamento humano e nossos sistemas de valores no centro das questões dramatúrgicas.



Ficha Técnica

Direção artística: Luciana Lara

Concepção e pesquisa: Luciana Lara, em colaboração com bailarinos e artistas colaboradores convidados

Elenco: Camilla Nyarady, Clara Sales, Déborah Alessandra, João Lima, Luciana Matias, Marcia Regina e Raoni Carricondo

Bailarinos colaboradores: Camilla Nyarady, Carolina Carret, Cristhian Cantarino, João Lima, Luara Learth, Raoni Carricondo, Robson Castro e Vinícius Santana

Artistas colaboradores convidados: Marcelo Evelin, Gustavo Ciríaco e Denise Stutz

Figurino: Luciana Lara e elenco

Assessoria de iluminação: James Fensterseifer e Marcelo Augusto

Produção: Marconi Valadares

Fotos: Mila Petrillo



Serviço

28/07/2017

Anti Status Quo Companhia de Dança abre o Festival Brasileiro de Teatro em Belo Horizonte com De Carne e Concreto - Uma instalação Coreográfica


A Anti Status Quo Companhia de Dança tem a honra de abrir mais um festival com "De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica" ! Depois de abrir o festival Vivadança em Salvador -BA no final de Abril, agora, no mês de agosto. é  a vez do Festival Brasileiro de Teatro em Belo Horizonte-MG! As apresentações do De Carne e Concreto acontecem nos dias 17 (abertura) e 18 de agosto às 19:30 no Galpão 3 da FUNARTE MG)!

A proposta diferenciada deste festival é a de levar as mais importantes produções cênicas realizadas em um estado para outro estado do país. Neste ano, em sua 19ª edição,  o FBT leva o  Distrito Federal para o estado de Minas Gerais do dia 17 a 27 de agosto.

Durante o festival a Anti Status Quo terá uma agenda super cheia com mais duas importantes atividades além das apresentações do seu De Carne e Concreto: uma de intercâmbio e outra de criação.  Luciana Lara, coreógrafa e diretora da Companhia realizará uma residência artística criando um trabalho inédito com artistas de BH que será apresentado dentro da programação do festival e também realizará um intercâmbio com a Companhia Sapos e Afogados! 

Vai ser um mês de agosto intenso em Belo Horizonte!


Saiba mais sobre cada atividade da Companhia no Festival pelos links:

De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica: 
http://19.festivaldoteatrobrasileiro.com.br/decarne.html



 Foto: Mila Petrillo




Foto: Mila Petrillo




Foto Marco Correia

















Foto Marco Correia


Residência Artística com Luciana Lara 

 http://19.festivaldoteatrobrasileiro.com.br/residencia_lara





Intercâmbio Anti Status Quo e Sapos e Afogados:
http://19.festivaldoteatrobrasileiro.com.br/saposeafogados

























Veja a programação completa do FBT em Belo Horizonte-MG :
http://19.festivaldoteatrobrasileiro.com.br/index.html










11/07/2017

Ontem, dia 10/07/2017, aconteceu o Debate sobre o projeto Dramaturgia da Dança do SESC Dramaturgias no Departamento Nacional do SESC no Rio de Janeiro-RJ


Mediado por Mariana Pimentel, o debate aconteceu ontem, segunda-feira dia 10/07/2017 de 14:30 ás 17hs por meio de videoconferência com a presença das oficineiras Flavia Meirelles e Luciana Lara no estúdio do SESC no  Rio de Janeiro-RJ e com Janaína Lobo em vídeo transmissão, direto de Teresina-PI . O SESC de Rondonópolis, Acre e DF também participaram enviando mensagens. Além disso tivemos um público no próprio estúdio de gravação no Departamento Nacional do Rio SESC. Em breve teremos o link do debate para apreciação on line.

A seguir o vídeo depoimento do grupo de estudos  CO-Nexos, formado em Rondonópolis-MT na primeira  oficina do Dramaturgia na dança ministrado por Luciana Lara em 2016. O vídeo gravado e editado pelos próprios integrantes do coletivo é uma espécie de registro dos encontros e experimentações que o coletivo tem realizado junto com depoimentos sobre a oficina Dramaturgia na dança e foi mostrado por Luciana Lara como um desdobramento e um exemplo de iniciativa que surge a partir do impacto da Oficina  Dramaturgia na dança no SESC de Rondonópolis-MT. 



06/07/2017

Veja o registro da Etapa II do Dramaturgia na dança com Luciana Lara em Rondonópolis-MT que aconteceu de 1 a 3 de Julho.


Nesta última segunda, dia 3 de Julho, terminou a Etapa II da oficina Dramaturgia na dança com Luciana Lara no SESC de Rondonópolis-MT! A oficina aconteceu de 1 a 3 de julho. Sábado e domingo de 9 as 15 h e segunda de 18 as 22 h!

A oficina foi aberta a novos participantes e teve como um misto de convidado e anfitrião, ao mesmo tempo, o grupo NEXOS que se renomearam de CO-Nexos!

A oficina que teve o título "Dramaturgia na Dança – A prática da experimentação e estruturação de sentidos no processo de criação em trabalhos de artísticos de dança" teve no último dia de oficina  um compartilhamento público.

Agradeço em especial ao SESC, a Mariana Pimentel, a Gabriela, Ana Cristina , a Camila Pinho, Thaís Pessoa, Robson Cirino, Cassyo Ander, Bruno, Sara, Larissa Andrade, Genúbio e Marquinhos pelo acolhimento, confiança na proposta  e o envolvimento com o conteúdo da oficina. É a terceira vez  que vou a Rondonópolis e é muito bom sentir o estreitamento de nossos laços, o aprofundamento das trocas,  os desejos de arte e vida e toda a vontade de construir um mundo  mais diverso e afetivo. A estória da criação deste grupo de estudos artísticos CO-Nexos é um desdobramento  que me enche de esperança e de força pra continuar acreditando que todo esse investimento em fomento da formação de novos artistas é necessário, válido e multiplicador!!!!

O Co-Nexos continua, e espero vê-los em breve com uma criação!!!!!




























19/06/2017

Michelle Moura e Anti Status Quo Companhia de Dança (De 11 a 16 de junho)

Semana passada tivemos a alegria e o prazer de receber Michelle Moura como uma das artistas convidadas do projeto da Anti Status Quo Companhia de Dança chamado Microutopias Cotidianas Aglutinantes do Lugar.

Microutopias cotidianas aglutinantes do lugar é a nova pesquisa artística da Companhia, agraciada pelo Prêmio Klauss Vianna 2015 que inclui duas residências com artistas brasileiros da dança de renome nacional e internacional durante o processo criativo do mais novo espetáculo do grupo. Com estreia prevista para o segundo semestre deste ano, este trabalho é o mais novo desdobramento da investigação Corpo e Cidade da Anti Status Quo Companhia de dança que nos últimos 13 anos tem pesquisado a relação do corpo com a cidade com criações que se aproximam da intervenção urbana, instalação coreográfica e a performance, como os já bem conhecidos do público,“Cidade em Plano” e “De Carne e Concreto – Uma Instalação Coreográfica” ,“Sacolas na cabeça" e “Camaleões”.

Michelle Moura é a nossa segunda artista convidada e esteve conosco do dia 11/06, domingo, até dia 16/06 sexta-feira passada. Ano passado tivemos o prazer de ter Gustavo Ciríaco. Durante sua estadia, Michelle Moura realizou a residência de 24 horas (6 dias com 4 horas cada) com os integrantes da Companhia e dois bolsistas, ministrou um workshop aberto à comunidade e no último dia realizou a residência aberta, compartilhamento público da experiência da residência com a Companhia.

Michelle Moura é performer, bailarina, coreógrafa. Vive em Curitiba e trabalha de forma nômade. Como performer trabalhou com Vincent Dupont (FR), Dani Lima (BR), Alex Cassal (BR). Foi co-fundadora e integrante do Couve-Flor MiniComunidade Artística Mundial (2005-2012) junto com outros 7 artistas de Curitiba. Foi artista bolsista na Casa Hoffmann (2003) e integrou o programa Essais no CNDC de Angers/FR sob a direção artística de Emmanuelle Huynh. É mestre pelo AMCH – Amsterdam Master of Choreography.


O encontro entre a A.S.Q. Companhia de Dança e Michelle Moura se deu nas interseções entre os trabalhos do grupo de Brasília e da artista de Curitiba-PR, como por exemplo: o universo das reflexões sobre o trabalho de pesquisa e estudo do movimento na dança contemporânea, corpo e espaço, conceito e prática, estados psicofísicos, presença, o trabalho do intérprete, criação, respiração, sensações e o olhar.

Confiram o registro de momentos das 3 atividades realizadas: 

Workshop aberto



















































































































Residência aberta/ Compartilhamento público:




















Residência com a Companhia de 11/06 a 16/06: