22/09/2017

Confira a crítica sobre "De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica" da Anti Status Quo Companhia de Dança no site de críticas Horizonte da Cena .


Saiu uma crítica do trabalho "De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica" no site de críticas Horizonte da Cena intitulada : "A Materialidade dos movimentos fazendo carne, decompondo mundos e abrindo brechas de presença". Os autores, Clóvis Domingos, e Mário Rosa assistiram a uma de nossas apresentações durante o Festival do Teatro Brasileiro em Belo Horizonte-MG no mês passado!


Nós da Anti Status Quo Companhia de Dança agradecemos o olhar sensível e a reflexão minuciosa do nosso trabalho!


Vale a pena conferir:


http://www.horizontedacena.com/a-materialidade-dos-movimentos-fazendo-carne-decompondo-mundos-e-abrindo-brechas-de-presenca/




Trechos:


"Numa proposta de criação de uma experiência compartilhada entre bailarinos e público, a ocupação horizontal do espaço multiuso da FUNARTE e a indicação inicial para que os espectadores-participantes adentrem tal espaço com uma sacola de papel na cabeça criam estados de expectativas, entusiasmos, estranhamentos e certa desorientação.''


"Acontecimento do corpo. Um trabalho que provoca sensações e não necessariamente emite alguma mensagem e sim um bloco de sensações: o corpo em suas brechas, sua opacidade, suas necessidades, seu desassossego, nosso ocultamento e nossa exposição. No corpo: nosso cansaço, nossa aposta do quanto cabe nos acúmulos, a vontade de que exploda a matéria viva que era tão fina, os nossos desejos contidos. O corpo que não aguenta mais! "


"Uma questão que também perpassa este trabalho é o como viver junto tanto na perspectiva de uma vida social de partilha e encontros e dissensos e negociações das tantas imagens construídas e evocadas, quanto na proposta da própria instalação coreográfica: que lugar ocupar naquele evento? Que performance é também possível ao espectador-participante? Quais os limites da experiência deste estar junto proposto (o quente e o frio desta instalação, quando o público passa a ser somente observador)? Neste sentido, a discussão sobre o comum, fortemente presente nos dias atuais, é relevante, pois há uma disposição em considerar o público como elemento importante da instalação coreográfica, de massa consumista à multidão de singularidades que pode alterar e compor quadros, passando também pela redução a um bloco de entusiastas das formas e das imagens já consolidadas de resistência e protesto."








19/08/2017

Confira as fotos do De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica no Festival do Teatro Brasileiro


Felizes com o público que lotou nossas 2 sessões !!!!

A Anti Status Quo Companhia de Dança apresentou De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica no Festival do Teatro Brasileiro ontem e antes de ontem (17 e 18 de agosto).

Queríamos agradecer primeiramente a Sergio Bacelar, Marcelo Bones e toda a equipe de produção do Festival principalmente à Marina Abelha, Marina Arthuzzi, Bruna pelo cuidado, atenção e acolhida!

Confira as fotos de ensaio e apresentação do dia 17 por Lucas Brito:










17/08/2017

É hoje! De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica no Festival do Teatro Brasileiro na FUNARTE em Belo Horizonte-MG ás 19:30! Amanhã tem também!

A Anti Status Quo Companhia de Dança apresenta hoje e amanhã, (dias 17 e 18 de agosto), sempre ás 19h30 na FUNARTE de Belo Horizonte-MG: De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica. O trabalho é um dos espetáculos de abertura do Festival do Teatro Brasileiro - cena Distrito Federal - Etapa MG.


Entrada franca com retirada de ingressos 1 hora antes do espetáculo! Público restrito! Garanta seu ingresso





Saiba mais sobre o trabalho:


De Carne e Concreto – Uma Instalação coreográfica tem como proposta uma reflexão sobre a condição urbana humana atual sob a perspectiva do corpo. Na fronteira entre a performance, as artes visuais e a dança contemporânea, o trabalho coloca o público diante da questão de vivermos em coletividade e em grande centros urbanos e sob o sistema econômico vigente.


Fruto de estudo da relação do corpo com a cidade, o trabalho parte da materialidade das coisas, do simples e do precário para revermos como nos relacionamos uns com os outros, como lidamos com o individual e o coletivo, com o espaço e o tempo e com o corpo e a mente. O formato de instalação instaura diferentes maneiras de perceber a obra, propondo uma vivência de arte como experiência. O espaço e o público são partes constituintes da obra, colocando o corpo, o comportamento humano e nossos sistemas de valores no centro das questões dramatúrgicas.



Ficha Técnica

Direção artística: 
Luciana Lara

Concepção e pesquisa: 
Luciana Lara em colaboração com bailarinos e artistas colaboradores convidados

Artistas colaboradores convidados:
Marcelo Evelin, Gustavo Ciríaco e Denise Stutz

Bailarinos colaboradores:
Camilla Nyarady, Carolina Carret, Cristhian Cantarino, João Lima, Luara Learth, Raoni Carricondo, Robson Castro e Vinícius Santana

Elenco 
Camilla Nyarady, Clara Sales, Déborah Alessandra, João Lima, Luciana Matias, Marcia Regina e Raoni Carricondo

Figurino:
Luciana Lara e elenco

Assessoria de iluminação:
James Fensterseifer

Produção:
Marconi Valadares

Fotos divulgação:
Mila Petrillo




Confira o que saiu no Jornal O Tempo de Belo Horizonte sobre o Festival do Teatro Brasileiro​ pelas palavras do curador Marcelo Bones:

"De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica" da Anti Status Quo Companhia de Dança

"Eu fiquei impressionado com a vitalidade da dança de Brasília, que também encosta no teatro. "Carne e Concreto", por exemplo, é um espetáculo ousado,de uma pesquisa profunda, que exige muito rigor dos bailarinos ao mesmo tempo que busca uma estética diferenciada. Esse é um dos espetáculos de abertura, e será apresentado para um público restrito de aproximadamente 80 pessoas", cometa o curador.





13/08/2017

Anti Status Quo Companhia de Dança no Festival do Teatro Brasileiro em Belo Horizonte com De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica!






Nesta quinta-feira e sexta-feira, dias 17 e 18 de agosto ás 19:30, nós da Anti Status Quo Companhia de Dança apresentaremos De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica no Festival do Teatro Brasileiro na FUNARTE em Belo Horizonte-MG!


De Carne e Concreto – Uma Instalação Coreográfica
De Carne e Concreto – Uma Instalação coreográfica tem como proposta uma reflexão sobre a condição urbana humana atual sob a perspectiva do corpo. Na fronteira entre a performance, as artes visuais e a dança contemporânea, o trabalho da Anti Status Quo Companhia de Dança de Brasília-DF coloca o público diante da questão de vivermos em coletividade e em grande centros urbanos e sob o sistema econômico vigente.

Fruto de estudo da relação do corpo com a cidade, o trabalho parte da materialidade das coisas, do simples e do precário para revermos como nos relacionamos uns com os outros, como lidamos com o individual e o coletivo, com o espaço e o tempo e com o corpo e a mente. O formato de instalação instaura diferentes maneiras de perceber a obra, propondo uma vivência de arte como experiência. O espaço e o público são partes constituintes da obra, colocando o corpo, o comportamento humano e nossos sistemas de valores no centro das questões dramatúrgicas.



Ficha Técnica

Direção artística: Luciana Lara

Concepção e pesquisa: Luciana Lara, em colaboração com bailarinos e artistas colaboradores convidados

Elenco: Camilla Nyarady, Clara Sales, Déborah Alessandra, João Lima, Luciana Matias, Marcia Regina e Raoni Carricondo

Bailarinos colaboradores: Camilla Nyarady, Carolina Carret, Cristhian Cantarino, João Lima, Luara Learth, Raoni Carricondo, Robson Castro e Vinícius Santana

Artistas colaboradores convidados: Marcelo Evelin, Gustavo Ciríaco e Denise Stutz

Figurino: Luciana Lara e elenco

Assessoria de iluminação: James Fensterseifer e Marcelo Augusto

Produção: Marconi Valadares

Fotos: Mila Petrillo



Serviço

28/07/2017

Anti Status Quo Companhia de Dança abre o Festival Brasileiro de Teatro em Belo Horizonte com De Carne e Concreto - Uma instalação Coreográfica


A Anti Status Quo Companhia de Dança tem a honra de abrir mais um festival com "De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica" ! Depois de abrir o festival Vivadança em Salvador -BA no final de Abril, agora, no mês de agosto. é  a vez do Festival Brasileiro de Teatro em Belo Horizonte-MG! As apresentações do De Carne e Concreto acontecem nos dias 17 (abertura) e 18 de agosto às 19:30 no Galpão 3 da FUNARTE MG)!

A proposta diferenciada deste festival é a de levar as mais importantes produções cênicas realizadas em um estado para outro estado do país. Neste ano, em sua 19ª edição,  o FBT leva o  Distrito Federal para o estado de Minas Gerais do dia 17 a 27 de agosto.

Durante o festival a Anti Status Quo terá uma agenda super cheia com mais duas importantes atividades além das apresentações do seu De Carne e Concreto: uma de intercâmbio e outra de criação.  Luciana Lara, coreógrafa e diretora da Companhia realizará uma residência artística criando um trabalho inédito com artistas de BH que será apresentado dentro da programação do festival e também realizará um intercâmbio com a Companhia Sapos e Afogados! 

Vai ser um mês de agosto intenso em Belo Horizonte!


Saiba mais sobre cada atividade da Companhia no Festival pelos links:

De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica: 
http://19.festivaldoteatrobrasileiro.com.br/decarne.html



 Foto: Mila Petrillo




Foto: Mila Petrillo




Foto Marco Correia

















Foto Marco Correia


Residência Artística com Luciana Lara 

 http://19.festivaldoteatrobrasileiro.com.br/residencia_lara





Intercâmbio Anti Status Quo e Sapos e Afogados:
http://19.festivaldoteatrobrasileiro.com.br/saposeafogados

























Veja a programação completa do FBT em Belo Horizonte-MG :
http://19.festivaldoteatrobrasileiro.com.br/index.html










11/07/2017

Ontem, dia 10/07/2017, aconteceu o Debate sobre o projeto Dramaturgia da Dança do SESC Dramaturgias no Departamento Nacional do SESC no Rio de Janeiro-RJ


Mediado por Mariana Pimentel, o debate aconteceu ontem, segunda-feira dia 10/07/2017 de 14:30 ás 17hs por meio de videoconferência com a presença das oficineiras Flavia Meirelles e Luciana Lara no estúdio do SESC no  Rio de Janeiro-RJ e com Janaína Lobo em vídeo transmissão, direto de Teresina-PI . O SESC de Rondonópolis, Acre e DF também participaram enviando mensagens. Além disso tivemos um público no próprio estúdio de gravação no Departamento Nacional do Rio SESC. Em breve teremos o link do debate para apreciação on line.

A seguir o vídeo depoimento do grupo de estudos  CO-Nexos, formado em Rondonópolis-MT na primeira  oficina do Dramaturgia na dança ministrado por Luciana Lara em 2016. O vídeo gravado e editado pelos próprios integrantes do coletivo é uma espécie de registro dos encontros e experimentações que o coletivo tem realizado junto com depoimentos sobre a oficina Dramaturgia na dança e foi mostrado por Luciana Lara como um desdobramento e um exemplo de iniciativa que surge a partir do impacto da Oficina  Dramaturgia na dança no SESC de Rondonópolis-MT. 

video

06/07/2017

Veja o registro da Etapa II do Dramaturgia na dança com Luciana Lara em Rondonópolis-MT que aconteceu de 1 a 3 de Julho.


Nesta última segunda, dia 3 de Julho, terminou a Etapa II da oficina Dramaturgia na dança com Luciana Lara no SESC de Rondonópolis-MT! A oficina aconteceu de 1 a 3 de julho. Sábado e domingo de 9 as 15 h e segunda de 18 as 22 h!

A oficina foi aberta a novos participantes e teve como um misto de convidado e anfitrião, ao mesmo tempo, o grupo NEXOS que se renomearam de CO-Nexos!

A oficina que teve o título "Dramaturgia na Dança – A prática da experimentação e estruturação de sentidos no processo de criação em trabalhos de artísticos de dança" teve no último dia de oficina  um compartilhamento público.

Agradeço em especial ao SESC, a Mariana Pimentel, a Gabriela, Ana Cristina , a Camila Pinho, Thaís Pessoa, Robson Cirino, Cassyo Ander, Bruno, Sara, Larissa Andrade, Genúbio e Marquinhos pelo acolhimento, confiança na proposta  e o envolvimento com o conteúdo da oficina. É a terceira vez  que vou a Rondonópolis e é muito bom sentir o estreitamento de nossos laços, o aprofundamento das trocas,  os desejos de arte e vida e toda a vontade de construir um mundo  mais diverso e afetivo. A estória da criação deste grupo de estudos artísticos CO-Nexos é um desdobramento  que me enche de esperança e de força pra continuar acreditando que todo esse investimento em fomento da formação de novos artistas é necessário, válido e multiplicador!!!!

O Co-Nexos continua, e espero vê-los em breve com uma criação!!!!!




























19/06/2017

Michelle Moura e Anti Status Quo Companhia de Dança (De 11 a 16 de junho)

Semana passada tivemos a alegria e o prazer de receber Michelle Moura como uma das artistas convidadas do projeto da Anti Status Quo Companhia de Dança chamado Microutopias Cotidianas Aglutinantes do Lugar.

Microutopias cotidianas aglutinantes do lugar é a nova pesquisa artística da Companhia, agraciada pelo Prêmio Klauss Vianna 2015 que inclui duas residências com artistas brasileiros da dança de renome nacional e internacional durante o processo criativo do mais novo espetáculo do grupo. Com estreia prevista para o segundo semestre deste ano, este trabalho é o mais novo desdobramento da investigação Corpo e Cidade da Anti Status Quo Companhia de dança que nos últimos 13 anos tem pesquisado a relação do corpo com a cidade com criações que se aproximam da intervenção urbana, instalação coreográfica e a performance, como os já bem conhecidos do público,“Cidade em Plano” e “De Carne e Concreto – Uma Instalação Coreográfica” ,“Sacolas na cabeça" e “Camaleões”.

Michelle Moura é a nossa segunda artista convidada e esteve conosco do dia 11/06, domingo, até dia 16/06 sexta-feira passada. Ano passado tivemos o prazer de ter Gustavo Ciríaco. Durante sua estadia, Michelle Moura realizou a residência de 24 horas (6 dias com 4 horas cada) com os integrantes da Companhia e dois bolsistas, ministrou um workshop aberto à comunidade e no último dia realizou a residência aberta, compartilhamento público da experiência da residência com a Companhia.

Michelle Moura é performer, bailarina, coreógrafa. Vive em Curitiba e trabalha de forma nômade. Como performer trabalhou com Vincent Dupont (FR), Dani Lima (BR), Alex Cassal (BR). Foi co-fundadora e integrante do Couve-Flor MiniComunidade Artística Mundial (2005-2012) junto com outros 7 artistas de Curitiba. Foi artista bolsista na Casa Hoffmann (2003) e integrou o programa Essais no CNDC de Angers/FR sob a direção artística de Emmanuelle Huynh. É mestre pelo AMCH – Amsterdam Master of Choreography.


O encontro entre a A.S.Q. Companhia de Dança e Michelle Moura se deu nas interseções entre os trabalhos do grupo de Brasília e da artista de Curitiba-PR, como por exemplo: o universo das reflexões sobre o trabalho de pesquisa e estudo do movimento na dança contemporânea, corpo e espaço, conceito e prática, estados psicofísicos, presença, o trabalho do intérprete, criação, respiração, sensações e o olhar.

Confiram o registro de momentos das 3 atividades realizadas: 

Workshop aberto



















































































































Residência aberta/ Compartilhamento público:




















Residência com a Companhia de 11/06 a 16/06: