05/07/2019

Registros do Módulo 1 da Residencia Corpo e Cidade: Mergulhos de Criação com Luciana Lara

Na última sexta- feira, dia 28/06 finalizamos o Módulo I da Residência com um compartilhamento de uma remontagem do Microutopias Cotidianas aglutinantes do lugar realizada com todos os 18 participantes da residência.

Confira alguns registros:







































Fotos de Robson Castro, Luciana Lara, Roberto Dagô, Rebeca Damian e Camilla Nyarady

11/06/2019

Projeto Zona de Contágio promove Residência com Luciana Lara: Corpo e Cidade - Mergulhos de criação em dança contemporânea. Começa semana que vem!!!! Inscrições gratuitas!

A diretora da Anti Status Quo Companhia de dança, Luciana Lara vai ministrar uma residência em Brasília-DF em dois módulos pelo projeto Zona de Contágio! Inscrições gratuitas ! Vagas limitadas!








Corpo e Cidade: Mergulhos de criação em Dança Contemporânea

Residência Artística com Luciana Lara



Inscreva-se! [Atividade gratuita]


Mergulhos no universo da arte contemporânea pela pesquisa em dança contemporânea Corpo e Cidade desenvolvida pela Anti Status Quo Companhia de Dança e a criadora Luciana Lara. Abordagem teórico-prática do encontro entre as linguagens da dança com as artes visuais, a intervenção urbana, o cinema, a fotografia e outras disciplinas não artísticas como filosofia, etnografia e experimentos sociais. O curso é dividido em dois módulos. Cada módulo será focado na vivência da recriação de um dos espetáculos do grupo: Microutopias Cotidiana Aglutinantes do Lugar e De Carne e Concreto – Uma Instalação Coreográfica.


Esta residência é uma ação do Projeto Zona de Contágio e é gratuita pois é realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal e apoio do Centro de Dança do DF.


A seguir, temos o detalhamento de cada proposta, os dias e horários de aula, como se inscrever e um breve histórico do trabalho de Luciana Lara e a Anti Status Quo Cia de Dança Contemporânea.



Sobre a pesquisa Corpo e Cidade:

A pesquisa Corpo e Cidade desenvolvida pela criadora e diretora Luciana Lara com a Anti Status Quo Companhia de Dança, de Brasília, desde 2003 tem como alguns referenciais a estética relacional, etnografia, fenomenologia da percepção, as práticas da cidade (a deriva/situacionistas e flanéur/Walter Benjamim e Charles Baudelaire), arte e política, arte como experiência, a dramaturgia do acontecimento, presença como ação, etc.

Vários trabalhos da Companhia compõem a pesquisa Corpo e Cidade, como os dois espetáculos: Cidade em Plano (2006) e De Carne e Concreto – Uma Instalação coreográfica (2014), uma exposição-instalação e o site interativo: http://www.decarneeconcreto.art.br (2014), o livro: Arqueologia de um processo criativo – Um Livro coreográfico ( 2010), o videodança piloto “ De Carne e Pedra – Cidade em Plano”, a série de intervenções urbanas chamada “Jamais seremos os mesmos”, os trabalhos de site especific “Camaleões”’ e “Sacolas na cabeça” e o mais novo trabalho site especific da Companhia que estreou recentemente em Brasília: “Microutopias Cotidianas Aglutinantes do Lugar”.


Detalhando cada módulo:

MÓDULO 1

40 h – Este módulo será focado na vivência da recriação do último trabalho da Anti Status Quo Companhia de Dança, criado a partir da pesquisa chamada Corpo e Cidade, Microutopias Cotidianas Aglutinantes do Lugar. Por meio de reflexões e experimentações práticas na cidade a partir da transdisciplinaridade entre as linguagens de Dança Contemporânea, Artes visuais, Fotografia, Cinema e Intervenção Urbana refaremos o processo criativo e reconstruiremos o trabalho de site especific em lugar inédito com os participantes da residência.


Datas: 17 a 21 e 24 a 28 de Junho (10 dias com duração de 4 h cada dia)

Horário: de 8h a 12h

Local: Centro de Dança do DF

Carga horária: 40 horas


Conteúdo: A proposta do Módulo 1 desta residência é trabalhar a percepção para instaurar modos de ver o corpo e a cidade nas suas relações. A ideia é exercitar a observação, a percepção, a presença, o envolvimento sensório, o jogo e a geração de ações na relação com o espaço arquitetônico e urbano e, também, com o outro. Investigaremos a materialidade das coisas, o dar a ver, o acontecimento, os contextos, os referenciais de construção da realidade, da percepção e do comportamento. Estudaremos na relação com a cidade a elaboração de procedimentos, dispositivos, estratégias e táticas de ação que desacostumam o olhar e que revelam o espaço, a poética do banal e do cotidiano, o simples na construção do extraordinário que fazem a cidade performar.

Público indicado: Este módulo I da residência é indicado a interessados em arte no espaço urbano e na relação da arte e do corpo com a cidade (maiores de 18 anos). Podem ser artistas do corpo, bailarinos, atores, performers/artistas visuais, arquitetos e urbanistas, fotógrafos e cineastas ou qualquer interessado em experimentar e pensar o corpo e o espaço urbano. A estrutura do curso/residência foi construída para ser uma experiência enriquecedora tanto para quem já tem experiência em dança e, também, para quem não tem nenhuma experiência. O importante é ter disponibilidade e se jogar na experiência. A companhia selecionará durante os dois módulos dessa residência, artistas que se identificam com o trabalho e queiram integrar o grupo em futuros trabalhos.



Importante: É possível se inscrever nos dois módulos, ou somente no módulo 1 ou somente no módulo 2.


MÓDULO 2:

12h - Este módulo será focado na vivência da recriação do trabalho “De Carne e Concreto - Uma instalação coreográfica” da Anti Status Quo Companhia de Dança que tem conquistado repercussão nacional e internacional em importantes festivais de artes cênicas do Brasil e do exterior. A proposta é entrar em contato com a pesquisa de dança contemporânea da Companhia chamada Corpo e Cidade por meio das estratégias e metodologias desenvolvidas durante o processo de criação da dramaturgia e da pesquisa de movimento que compõem este espetáculo que aborda a condição urbana humana e o comportamento da sociedade no sistema econômico atual sob a perspectiva do corpo.


Datas: 5, 6 e 7 de Julho (3 dias com duração de 4 h cada dia)

Horário: Sexta-feira de 18h30 a 22h30; Sábado e Domingo de 15h a 19h

Local: Centro de Dança do DF

Carga horária: 12 horas

Conteúdo: Exercícios de percepção, presença e improvisação em grupo que promovem a escuta, a leitura do movimento, o envolvimento sensório, a geração de ações e o jogo com o foco no trabalho corporal na relação com o outro. Conceitos e práticas sobre presença como ação, dramaturgia do acontecimento e arte como experiência, assim como noções sobre instalação, intervenção urbana e experimentos sociais serão apresentadas. Todos os exercícios foram criados durante o processo criativo do espetáculo “De Carne e Concreto – Uma Instalação Coreográfica” baseados na reflexão e na análise crítica sobre a relação do corpo com a cidade, no comportamento social e o modus operandi do capitalismo.

Público indicado: Este módulo II da residência é indicadO a artistas dançarinos, atores, coreógrafos, diretores, artistas circenses, performers e artistas visuais com experiência profissional ou em formação. A companhia selecionará durante os dois módulos dessa residência, artistas que se identificam com o trabalho e queiram integrar o grupo para futuros trabalhos.

Importante: É possível se inscrever nos dois módulos, ou somente no módulo 1 ou somente no módulo 2.

Ministrante da residência Luciana Lara:


Luciana Lara é coreógrafa e diretora artística da Anti Status Quo Companhia de Dança (desde 1988). Já criou 11 espetáculos para Companhia além de trabalhos como instalações, ações site especifics, intervenções urbanas, exposições e publicações. Mestre em artes no Programa de Pós-graduação em Artes da Universidade de Brasília - Unb. Especialização no Laban Centre for Movement and Dance em Londres – Inglaterra. É graduada em Licenciatura em Artes Cênicas pela Fundação Brasileira de Teatro - Faculdade de Artes Dulcina de Morais em Brasília-DF. Trabalho conhecido por hibridismo, experimentação, abordagem transdisciplinar entre linguagens artísticas e campos não artísticos, e forte diálogo com as artes visuais. Principais estudos no campo da criação, da relação do corpo com a cidade, dos processos criativos, da dramaturgia na dança e do ensino do movimento.


Certificação:

Haverá certificação ao final do trabalho. A expectativa de frequência é de 100% devido à natureza do trabalho e, também, para um bom aproveitamento da imersão neste trabalho.

Inscrição:

Faça sua inscrição mandando um e-mail para residenciazonadecontagio.asq@gmail.com contendo os seguintes dados:

• Identifique se a inscrição é para o Módulo 1, Módulo 2 ou para ambos.
• Nome artístico (se for o caso), Nome completo e idade;
• Telefone e Whatsapp
• Currículo Resumido
• Parágrafo de intenção

Maiores informações e as comunicações com os inscritos serão realizadas por este e-mail.



O Projeto Zona de  Contágio

O Projeto de arte contemporânea Zona de Contágio, em sua segunda edição continua promovendo um espaço de encontro e criação para artistas do Distrito Federal, estimulando a troca, a discussão e o trabalho conjunto entre diversos criadores, por meio de encontros entre artistas de diferentes áreas.

Veja o que saiu na imprensa:
http://www.esportecultura.com.br/2019/06/anti-status-quo-companhia-de-danca.html?fbclid=IwAR20B7UcHrWGXVNUoijFMDc7oMoxvdnTCxZSirJlAJ-Dpeiqect3bRLRuqo


http://www.agendaculturalbrasilia.com.br/agenda/3520/corpo-e-cidade-residencia-danca-contemporanea.html

30/05/2019

Saiu no Global News de Portugal um texto/crítica de João Arezes sobre a apresentação do De Carne e Concreto - Uma instalação coreográfica no FITEI!

Foto Mila Petrillo

Saiu no Global News de Portugal um texto/crítica sobre o De Carne e Concreto de João Arezes intitulado:  
FITEI/De Carne e Concreto no Palácio do Bolhão – Corpos que se (a)firmam por entre o entulho da urbanidade

Trechos:
 "Há trabalhos que nos marcam pela sua intensidade e também pelo grau de envolvimento, quase sem fronteiras, entre os intérpretes/bailarinos e os espectadores. “De Carne e Concreto – Uma Instalação Coreográfica” acaba de nos (sim, na 1ª pessoa do plural) tatuar na pele e na mente nesta sua primeira apresentação ao público do FITEI..."

"...Eles e elas estão ávidos, famintos de somar despojos ao corpo. A imagem da estética da incorporação do lixo no corpo redunda num desfile grotesco, preenchido por figuras toscas que cambaleiam trôpegas de excesso. Temos uma imagem que corresponde a uma espécie de Boneco da Michelin somado ao Action Man e a um jogador de basebol: uma metáfora à sociedade de consumo massificada. Já nada mais cabe nas calças, nas camisas, nas cuecas e no entanto pedem auxílio aos que presenciam para meter mais uma vasilha, um pedaço de cartão, uma embalagem através de uma manga ou de um bolso. E passado algum tempo, agora que estão com as armaduras de cavaleiros da urbanidade, digladiam-se em choques uns contra os outros com vigor e pouca destreza (e até a nós parece que a coisa dói)..."

"...Em resumo, um excelente jogo coreográfico, que dispensa categorias em termos de linguagens artísticas, porque, na essência, tem um pouco de tudo: performance, instalação, teatro, dança, som e artes visuais. É dessa riqueza transdisciplinar que a peça (con)vive... " 
         

Acesse o texto na íntegra:

13/05/2019

Embarcamos neste domingo para Porto - Portugal para participar do Festival DDD+ FITEI!

A Anti Status Quo Companhia de Dança embarca com De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica, neste domingo, dia 19 de maio, para Porto - Portugal  para participar do Festival DDD + FITEI (Festival Dias da dança + Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica) 

Serão duas apresentações, dias 22 e 23 de maio, no teatro do Palácio do Bolhão da cidade do Porto em Portugal! Nesta edição de 2019, (número 42!), o mais antigo festival de teatro de Portugal (1978) se une ao incrível Festival Dias da Dança numa parceria inédita e com uma proposta programática em comum: o foco Brasil! 

Agradecemos a ambos os curadores Tiago Guedes e Gonçalo Amorim pelo convite para fazer parte desta grande festa!

De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica  da Anti status Quo Companhia de Dança (Brasil) 
Festival DDD+FITEI - FOCO BRASIL em Porto - Portugal
Dias 22 e 23 de maio ás 21:30 no Palácio do Bolhão 

Direção artística, dramaturgia e conceito - Luciana Lara

Pesquisa e concepção - Luciana Lara em colaboração com bailarinos e artistas convidados colaboradores

Elenco - Camilla Nyarady, Déborah Alessandra, João Lima, Luciana Matias, Marcia Regina, Maria Ramalho e Roberto Dagô 

Bailarinos colaboradores no processo criativo - Camilla Nyarady, Carolina Carret, Cristhian Cantarino, João Lima, Laura Learth, Raoni Carricondo, Robson Castro e Vinícius Santana

Artistas convidados no processo criativo - Marcelo Evelin, Gustavo Ciríaco e Denise Stutz

Figurinos e máscaras - Luciana Lara e elenco 

Assessoria de iluminação - James Fensterseifer e Marcelo Augusto 

Produção - Marconi Valadares 

Fotos divulgação - Mila Petrillo






Mais informações acesse: 

O Porto de hoje é reconhecido como uma cidade na qual a cultura se tornou um traço distintivo, fruto
do reconhecimento do seu compromisso para com as artes e as suas dinâmicas, o que em muito têm vindo a contribuir para que a cidade seja atualmente uma das mais efervescentes da Europa. São muitos os artistas contemporâneos consagrados e emergentes que vão deixando as suas marcas na cidade, nos lugares mais institucionais mas também nos mais underground ou alternativos,
manifestando no momento da sua partida um grande desejo de regressar ao Porto.

As artes performativas em particular assumem aqui um papel muito especial: nunca antes a Dança e o
Teatro tiveram tanta visibilidade como nos dias de hoje.O DDD – Festival Dias da Dança e o FITEI - Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica, pontos altos da temporada cultural e que em
muito contribuíram para este panorama, consolidam as cumplicidades artísticas existentes entre ambos e ousam ir ainda mais longe, alargando as parcerias orgânicas existentes entre Festivais e Teatros do Porto, Matosinhos, Gaia e Viana do Castelo.

Na edição de 2019, e pela primeira vez, estes dois Festivais unem-se numa parceria programática
e de comunicação, afinando agendas para que durante cinco semanas, entre 24 de abril e 25 de maio, a região Norte se transforme no ponto de encontro das artes performativas, integrando os mais relevantes circuitos artísticos internacionais da atualidade.


Desta parceria entre o DDD e o FITEI resultam acima de tudo enormes sinergias, de entre as quais se
destaca uma semana em particular: a Semana +, dedicada à apresentação de artistas nacionais,
tendo em vista a sua promoção e internacionalização além-fronteiras. Um programa que será acompanhado por um vasto número de programadores e diretores artísticos de todo o mundo.


A atravessar os dois Festivais, uma outra linha programática comum: o foco no Brasil e no trabalho
de artistas brasileiros. Através dos trabalhos de consagrados, mas também dos mais jovens e vibrantes coreógrafos e encenadores desse país, embarcamos numa viagem ao longo do DDD e do FITEI, que dará a conhecer a produção artística contemporânea brasileira, num retrato do Brasil dos nossos dias.


Texto retirado do programa de autoria dos diretores do festival: TIAGO GUEDES / DDD - FESTIVAL DIAS DA DANÇA ARTISTIC DIRECTOR e GONÇALO AMORIM / FITEI – FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO DE EXPRESSÃO




22/04/2019

Luciana Lara na Mesa de Debate II do MID amanhã, dia 23/04 no IFB!


A diretora da Companhia Luciana Lara foi convidada para compor uma das mesas de debate do MID - Movimento Internacional de  Dança, cujo o tema é: O papel da pesquisa continuada na formação de criação em dança. A mesa tem a participação dos artistas pesquisadores: Marcos Buiati e Sabrina Cunha.

Vem! É amanhã, terça-feira, dia 23/04, de 16 ás 18 h no IFB Campus Brasília. Entrada franca!








Saiba  mais:

MESA II  - O PAPEL DA PESQUISA CONTINUADA NA FORMAÇÃO DE CRIADORES EM DANÇA 
16h às 18h no IFB Campus Brasília

Tendo como referência diferentes processos e procedimentos de construção de vocabulário criativo e produção de cena, problematizar a importância e função da pesquisa continuada em dança como potencial formador de criadores e intérpretes. Quais as dificuldades, vantagens, pontos positivos e negativos?
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Convidados

Luciana Lara

Fundadora, coreógrafa e diretora artística da Anti Status Quo Companhia de Dança (1988). É mestre em artes no Programa de Pós-graduação em Artes da Universidade de Brasília - Unb (Linha de pesquisa: Processos Composicionais para a Cena). Fez especialização no Laban Centre for Movement and Dance em Londres – Inglaterra (1996-1998), onde estudou Coreologia, Coreografia, Design Visual para dança (figurino, cenário e Iluminação) com bolsa do programa APARTES da CAPES. É graduada em Licenciatura em Artes Cênicas pela Fundação Brasileira de Teatro - Faculdade de Artes Dulcina de Morais em Brasília-DF. Seu trabalho é conhecido pelo hibridismo, a experimentação, a pesquisa de linguagem, a abordagem interdisciplinar com campos não artísticos e diálogo com as artes visuais.


Marcos Buiati

Mestre em Performances Culturais pela Universidade Federal de Goiás e Bacharel em Dança pela UNICAMP. Trabalha com pesquisa e criação em dança a 13 anos. Foi contemplado em 2015 pelo Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura do Distrito Federal e com o Prêmio Funarte Klauss Vianna de Dança 2014. Criou em 2017 o Núcleo Desaparecer de Pesquisa em Composição Coreográfica e Dramaturgia em Dança - sediado no IFB Campus Brasília. Atua nas áreas de Educação Somática, Consciência Corporal, Dança Contemporânea, Composição Coreográfica e Arte-Educação.

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Sabrina Cunha​

Docente do Curso de Licenciatura em Dança do IFB. Doutora em Arte Contemporânea pela Universidade de Brasíla com a tese Jinen Butô: Corpoimagem na improvisação; Mestre em Artes Cênicas pela ECA-USP. Coordena o grupo de pesquisa Corpoimagem na Improvisação do IFB. Formada pelo método Danceability e em formação no método Iyengar Yoga.

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Saiba mais sobre o MID:


Em sua quinta edição, o Movimento Internacional de Dança (MID) transforma-se numa das mais frutíferas plataformas artísticas do país ao colocar numa mesma dimensão de diálogo montagens do Distrito Federal, do Brasil e do mundo, criadas dentro de uma diversidade de linguagens. De 18 de abril a 5 de maio de 2019, 55 apresentações de 36 coreografias da Alemanha, Bélgica, Brasil, Burkina Faso, El Salvador, Espanha, França, Itália, Lituânia, México e Moçambique ocupam os palcos do Centro Cultural Banco do Brasil (Teatro e área externa), do Espaço Cultural Renato Russo (Sala Multiuso e Teatro Galpão), Teatro Sesc Paulo Autran (Taguatinga), Teatro Sesc Newton Rossi (Ceilândia), Teatro Sesc Paulo Gracindo (Gama) e Teatro Plínio Marcos (Funarte).


“O MID é o campo fértil para o intercâmbio intenso entre criadores e público, posicionando o Distrito Federal e, consequentemente, o Centro-Oeste como territórios visíveis para a dança tanto no Brasil como no exterior”, aponta Sérgio Bacelar, diretor-geral do festival. O festival tem patrocínio do Banco do Brasil, da Embaixada da França, do Instituto Francês e do Governo de Brasília, por meio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC).


MID é plataforma de múltiplos movimentos Em 18 dias de atividades intensas, o MID põe a dança como protagonista da cena cultural do Distrito Federal ao associar uma programação de espetáculos de qualidade com atividades formativas (mesas de debates, oficinas e residências artísticas), de intercâmbio (rodas de negócios com a vinda de curadores nacionais e estrangeiros e encontros entre artistas de três continentes), de formação de plateia (ação com professores e estudantes da rede pública) e de mobilização com a população (batalha de breaking e aulões abertos de dança).

02/04/2019

Retomamos as aulas do Núcleo de Formação ASQ nesta semana!


AS AULAS DE 2019 FINALMENTE RECOMEÇARAM, ONTEM, DIA 1/04/2019 !

Demoramos muito para retomar as aulas esse ano, mas o atraso se deve as indefinições e morosidade da transição do governo referente a ocupação do centro de dança do DF.  É triste  ver o centro de dança parado tanto tempo e sub utilizado. A falta de continuidade de um governo pro outro é tão destrutivo e impede tanto a gente de crescer. O pior é que já era esperado e nada nos surpreende. 

Mas estamos aqui e vamos em frente, enfrentando todo tipo de desafio e desejo de acabarem com as práticas artísticas neste país.

Vem com a gente. Vem fazer dança! Vem fazer arte!

A Companhia oferece  aulas à comunidade no formato de aulas continuadas, oficinas e workshops pelo Núcleo de Formação ASQ, sempre ministradas pela diretora e coreógrafa Luciana Lara, por bailarinos integrantes da companhia e/ou artistas convidados pelo núcleo de Formação ASQ.

No ano de 2019 começamos oferecendo as aulas de dança contemporânea e a Oficina Criação em Dança, ambas ministradas pela diretora e coreógrafa da Anti Status Quo Companhia de dança, Luciana Lara e realizadas no Centro de Dança do DF:

Saiba mais sobre as duas opções de aulas e fique de olho que em breve tem mais coisa vindo por aí!!!! Você é convidado a fazer uma aula experimental gratuita e conhecer de perto nosso trabalho!


Dança contemporânea com Luciana Lara 

Aulas continuadas práticas e teóricas de consciência e domínio do corpo, do movimento e da linguagem da dança contemporânea, por meio da release-based technique, práticas somáticas, improvisação, análise de movimento, criação e apreciação crítica de obras, a partir de um recorte do trabalho artístico da Anti Status Quo Companhia de Dança, ministradas pela própria diretora e coreógrafa do grupo, Luciana Lara. As aulas fazem parte do do Núcleo de Formação A.S.Q

Indicados a: Artistas da dança, atores,  performers, profissionais, novos intérpretes, coreógrafos, diretores, estudantes de dança e qualquer pessoa que tenha experiência com trabalho com o corpo e o movimento e o desejo de estudar  conceitos e práticas da dança contemporânea e se aprofundar em seu universo.

Dias e horários: segundas, quartas e sextas de 18h30 às 20h00
Nível:  intermediário/ avançado
Valor do investimento por mês: R$ 260,00
Número de vagas: 30
Local: Centro de Dança do DF ( sala 1)
Endereço: Setor de Autarquias Norte - VIA N-2 Rua que passa nos fundos ( em baixo ) do Teatro Nacional, perto do prédio da Petrobrás e da L2 norte
Procedimentos para matrícula: no local com a própria professora 



Mais informações: 996454443
E-mail: lucianalara.asq@gmail.com
Visite nossa pagina no facebook: https://www.facebook.com/asqciadedanca/
e nosso instagram: @antistatusquociadedanca






Oficina Criação em Dança com Luciana Lara 

Artistas da dança de Brasília, novos criadores, intérpretes criadores, bailarinos/performers, diretores, coreógrafos e artistas de outras linguagens interessados em criação em dança contemporânea,  que  desejam criar e mergulhar em um processo criativo e investigativo da linguagem da dança oficina! 
Para quem quer expandir as possibilidades de conceber o que é dança, para quem não se contenta em só fazer aula de técnica, para quem quer pensar, criar e se perder se encontrando dentro da dança contemporânea! Experimente esta proposta de aula diferente de tudo que você conhece!!!!!


Dias e  horário: Terças quintas e sextas de 12:15 às 13:45

Local: Centro de Dança do DF (sala 2)

Endereço: Setor de Autarquias Norte - VIA N-2 Rua que passa nos fundos ( em baixo ) do Teatro Nacional, perto do prédio da Petrobrás e da L2 norte

Informações: (061) 996454443 ou pelo e-mail: lucianalara.asq@gmail.com



Saiba mais:

A proposta é a de proporcionar um espaço e tempo de qualidade para o exercício da criação por meio de estudos práticos, teóricos e críticos no campo da pesquisa de linguagem, dos processos criativos e da pesquisa artística em dança.

Conteúdo: Atividades de prática e reflexão que abordarão crítica e poeticamente o processo criativo nas artes com o foco em dança, envolvendo diversas abordagens sobre a pesquisa de linguagem e estratégias de criação. Abordaremos a metodologia da não metodologia, a percepção, noções de corpo, geração e investigação do movimento, dramaturgia na dança, composição, a relação entre forma e conteúdo e também entre processo criativo e obra, a construção e desconstrução de referenciais, as questões do significado em dança, afetos e empatia, ética/estética, os nexos entre figurino, cenário, trilha sonora, e a relação com o público.


Indicada a novos criadores, intérpretes-criadores, bailarinos/performers, coreógrafos, criadores e/ou diretores artísticos





Luciana Lara

Coreógrafa, pesquisadora, artista da dança contemporânea, mestre em
artes no Programa de Pós-graduação em Artes da Universidade de
Brasília - Unb (Linha de pesquisa: Processos Composicionais para a
Cena). Fez especialização no Laban Centre for Movement and Dance em
Londres – Inglaterra (1996-1998). É graduada em Licenciatura em Artes
Cênicas pela Fundação Brasileira de Teatro - Faculdade de Artes
Dulcina de Morais em Brasília-DF. É fundadora, coreógrafa e diretora
artística de um dos grupos de dança contemporânea mais atuantes e
respeitados de Brasília-DF: a Anti Status Quo Companhia de Dança
(desde 1988).

Durante os 30 anos à frente da Companhia, Luciana criou e dirigiu 11
espetáculos, várias intervenções urbanas, exposições, foto
performances, videodança e instalações coreográficas. Últimas obras:
" Microutopias Cotidianas Aglutinantes do Lugar"( 2019), “De Carne e 
Concreto – Uma Instalação Coreográfica”(2014),“Autorretrato Dinâmico“ 
(2009), “ Projeto de intervenções urbanas- Jamais seremos os mesmos”
 (2008), “Cidade em Plano” (2006).

Em 1995, foi uma das representantes do Brasil no programa de
coreógrafos internacionais residentes no American Dance Festival, em
Durham, Carolina do Norte (EUA).

Seus principais estudos se concentram no campo da criação, da
dramaturgia/ criação de sentidos em dança, dos processos criativos, da
relação do corpo com a cidade, da release-based techinque e da
improvisação. Foi professora de disciplinas de expressão corporal,
corpo e movimento nos cursos de artes cênicas na Universidade de
Brasília e na Faculdade de Artes Dulcina de Morais. É autora do livro
“Arqueologia de Um Processo Criativo - Um Livro Coreográfico”
publicado em 2010 pela Antistatusquo pelo Prêmio Bolsa Estímulo à
Crítica da Funarte 2008 e o FAC – Fundo de Apoio à Cultura do Distrito
Federal.


O Núcleo de Formação A.S.Q.:

O Núcleo de Formação da Anti Status Quo Companhia de Dança criado em 2005 com o objetivo de viabilizar a contínua formação artística e técnica de intérpretes em dança contemporânea.

Também conhecido como Núcleo de Formação A.S.Q. , promove um espaço de contínua formação artística e a capacitação do artista da dança contemporânea na cidade de Brasília-DF de várias maneiras. Aulas regulares, oficinas, workshops de dança contemporânea durante todo ano são oferecidas para estudantes e interessados que queiram fomentar sua formação em dança contemporânea de maneira diferenciada. O conteúdo dado é um recorte do trabalho de pesquisa em dança contemporânea que a Anti Status Quo Companhia de Dança realiza.


Muitos artistas das artes cênicas (teatro, dança, performance e circo) de Brasília já passaram pelo Núcleo de Formação A.S.Q., alguns,inclusive, se tornaram dançarinos da própria Companhia. Fazer essas aulas é uma maneira muito interessante de se aproximar e conhecer de perto o trabalho em dança contemporânea realizado à 30 anos por uma das Companhias mais atuantes no cenário da dança contemporânea de Brasília, do Centro-oeste e do Brasil



01/04/2019

Saímos na Revista Traços (digital) com um texto maravilhoso do Rhenan Soares


A Revista Traços  de Brasília-DF vivenciou a experiência de Microutopias Cotidianas Aglutinantes do lugar, nova montagem da Anti Status Quo Companhia de Dança, e compartilhou essa experiência com um texto especial sobre alguns detalhes da montagem. Confira:


Exploração do cotidiano invisível
A trilha urbana poética de Luciana Lara e da Anti Status Quo no espetáculo ‘Microutopias Cotidianas Aglutinantes do Lugar’

Por Rhenan Soares


Trechos:

"...Para seguir Luciana e a Anti Status Quo, é necessário que a repetição da busca oriente o encontro. O que ela tem a te mostrar, contudo, é livre do seu próprio exercício de enxergar. A paisagem anda, ora esbarra em você ora desaparece sem ser notada.

Outra vez: não há regras. Apenas algumas, poucas, orientações. Mas se permita apurar ao máximo os sentidos de exploração do lugar. Quem viu vê algo novo quando vê novamente. Quem ouviu escuta algo a mais quando se aproxima do som. Quem sentiu percebe novas sensações quando se lança outra vez na sorte de tocar um imenso pedaço insólito do cotidiano..."



"...Com 30 anos de existência, a Anti Status Quo tem algo a dizer. Ou melhor, mostrar. E devolver a percepção do espectador foi, aparentemente, o caminho escolhido pela Companhia neste 11º espetáculo, sucessor do bem sucedido De Carne e Concreto — Uma Instalação Coreográfica, que teve dezenas de apresentações pelo país e pelo mundo. É do histórico do grupo que se faz o parto de Microutopias em todas as suas peculiaridades de coisa pensada e sem acordos com o convencional.

Se no espetáculo anterior a nudez poderia ser transformada em questão, em Microutopias é a concretude do caos que expõe ao limite tanto o elenco quanto o público, que em parte também é elenco, ou se transforma em elenco durante a experiência. Sem saber exatamente o que é elenco e o que é público ou o que são apenas o caos e a beleza acostumada da cidade. A Companhia confunde não para explicar, mas talvez para fazer pensar e, em lugar de um programa impresso, entregar de mimo ao espectador algumas provocações sobre o seu próprio lugar..."


Acesse o link para ler o texto na íntegra: https://medium.com/revistatra%C3%A7os/explora%C3%A7%C3%A3o-do-cotidiano-invis%C3%ADvel-79c1152ff58

28/03/2019

Amanhã, dia 29/03/2019 faremos uma sessão extra do espetáculo Microutopias Cotidianas Aglutinantes do Lugar



Microutopias Cotidianas Aglutinantes do Lugar é uma obra itinerante contemplativa da Anti Status Quo Companhia de Dança que mistura a experiência do corpo no espaço urbano e no cotidiano com fotografía, intervenção urbana e cinema criando microterritórios de relações possíveis que conectam diferentes níveis de percepção do espaço, do tempo e da realidade. O público trilha um percurso mapeado em que acontecimentos, instalações e mudanças na perspectiva do olhar fazem a cidade performar.

Uma dança das relações com os lugares, dos contextos, da materialidade, do detalhe das coisas. Uma prática de cidade que instaura ligações modestas, capazes de abrir passagens obstruídas pelos hábitos e pela uniformização da percepção, numa espécie de utopia de proximidade entre pessoas, lugares e o dia a dia. Uma tentativa de permitir o surgimento de pequenos afetos, pequenos encantamentos com o banal, o simples e o universo cotidiano, restaurando relações diretamente vividas.


Ficha técnica:

Grupo: Anti Status Quo Companhia de Dança
Direção artística e conceito: Luciana Lara
Pesquisa e concepção: Luciana Lara em colaboração com bailarinos
Bailarinos: Camilla Nyarady, Déborah Alessandra, João Lima, Luciana Matias, Marcia Regina e Roberto Dagô.
Residências artísticas: Gustavo Ciríaco e Michelle Moura.
Figurino: Luciana Lara e bailarinos
Produção: Anti Status Quo produções artísticas
Arte gráfica dos mapas e intervenções fotográficas: Marconi Valadares e Luciana Lara
Identidade visual e material gráfico de divulgação: Coarquitetos
Duração: 90 minutos
Censura: 18 anos
Lotação máxima: 24 pessos


Serviço:
SESSÃO EXTRA Microutopias Cotidianas Aglutinantes do Lugar
Dias: 29 de março de 2019 (sexta-feira)
Horário: 9:30 da manhã
Ponto de encontro: Centro de Dança do DF
Número limitado de 24 pessoas por sessão.
Ingressos gratuitos com agendamento prévio pelo e-mail: microutopiasasq@gmail.com

08/03/2019

Voltamos em cartaz com a 2ª etapa da temporada de estreia do Microutopias Cotidianas Aglutinantes do lugar !


De  18 a 23 de março venha vivenciar o mais novo trabalho da Anti Status Quo Companhia de  Dança: MICROUTOPIAS COTIDIANAS AGLUTINANTES DO LUGAR!

Antes do Carnaval fizemos uma semana de apresentações  e agora voltamos com mais uma semana!

Não esqueça que só são 24 pessoas por sessão e é preciso agendar mandando um email para microutopiasasq@gmail.com  !!!!!



                      



Microutopias Cotidianas Aglutinantes do Lugar 
da Anti Status Quo Companhia de Dança:

Microutopias Cotidianas Aglutinantes do Lugar é uma obra itinerante contemplativa da Anti Status Quo Companhia de Dança que mistura a experiência do corpo no espaço urbano e no cotidiano com fotografía, intervenção urbana e cinema criando microterritórios de relações possíveis que conectam diferentes níveis de percepção do espaço, do tempo e da realidade. O público trilha um percurso mapeado em que acontecimentos, instalações e mudanças na perspectiva do olhar fazem a cidade performar.


Uma dança das relações com os lugares, dos contextos, da materialidade, do detalhe das coisas. Uma prática de cidade que instaura ligações modestas, capazes de abrir passagens obstruídas pelos hábitos e pela uniformização da percepção, numa especie de utopia de proximidade entre pessoas, lugares e o dia a dia. Uma tentativa de permitir o surgimento de pequenos afetos, pequenos encantamentos com o banal, o simples e o universo cotidiano, restaurando relações diretamente vividas.



Ficha técnica:

Direção artística e conceito: Luciana Lara
Pesquisa e concepção: Luciana Lara em colaboração com bailarinos
Bailarinos: Camilla Nyarady, Déborah Alessandra, João Lima, Luciana Matias, Marcia Regina e Roberto Dagô.
Residências artísticas: Gustavo Ciríaco e Michelle Moura.
Figurino: Luciana Lara e bailarinos
Produção: Anti Status Quo produções artísticas
Arte gráfica dos mapas e intervenções fotográficas: Marconi Valadares e Luciana Lara
Identidade visual e material gráfico de divulgação: Coarquitetos
Duração: 90 minutos
Censura: 18 anos
Lotação máxima: 24 pessoas




Serviço:

Microutopias Cotidianas Aglutinantes do Lugar
Dias: 18 a 23 de março de 2019 (de segunda à sábado)
Horário: sempre as 9:30 da manhã
Local: Centro de Dança do DF
Número limitado de 24 pessoas por sessão.
Ingressos gratuitos com agendamento prévio pelo e-mail: microutopiasasq@gmail.com

02/03/2019

Sergio Maggio em sua Coluna "Tipo assim..." do Metrópoles escreve sobre sua experiência no Microutopias Cotidianas Aglutinantes do Lugar. Confira !


Agradecemos a Sergio Maggio por seu olhar encantado, sua entrega e abertura para a experiência como membro do público que participa e vivencia esse trabalho artístico conosco!Além da importante contribuição com a difusão do nosso trabalho a públicos mais amplos.




Veja aqui alguns trechos do texto "Performance urbana mostra o quanto a Brasília monumental é opressora" publicado no site do Metrópoles no dia 24/02/2019 pelo jornalista e dramaturgo Sergio Maggio.

"Somos em 12 e estamos integrando a experiência Microutopias Cotidianas Aglutinantes do Lugar, que deseja provocar outras sensações do partícipe com a cidade onde habita, estuda, trabalha ou visita. Aos poucos, meu olhar está completamente descondicionado. Antes, a insípida N2 dá lugar para um espaço cheio de vidas e detalhes. Vejo a escala monumental dos prédios de Oscar Niemeyer na Esplanada. Lá está a semicircunferência do Museu da República Honestino Guimarães e, atrás, um prédio cheio de quadradinhos. Aos poucos, vou trocando leituras estratificadas por poéticas."

"Os bailarinos dançam como se o céu fosse o partner. Surge uma humanidade dessa imagem e esse sentimento é emocionante"

"Microutopias Cotidianas Aglutinantes do Lugar é o décimo primeiro trabalho da Anti Status Quo, que tem 30 anos de atividades ininterruptas. Hoje, o grupo é o principal nome da dança e performer do Distrito Federal. Um dos últimos trabalhos, De Carne e Concreto corre o Brasil e o mundo, numa potente discussão política do humano dentro do contexto avassalador do crescimento econômico. Protagonista dessa poética, Luciana Lara transformou-se numa das mais interessantes criadoras brasileiras, dentro do contexto da performance urbana, com um estudo sobre “o corpo e a cidade”. O entendimento do espaço público é feito como um jogo a ser movimentado pelos seus jovens performers, a cidade e os espectadores."

Acesse o texto na íntegra: https://www.metropoles.com/colunas-blogs/tipo-assim

24/02/2019

Fotomontagens Microutopias Cotidianas Aglutinantes do lugar

Vejam as fotomontagens  produzidas para a divulgação do mais novo trabalho da Anti Status Quo Companhia de Dança por Danilo Fleury - COARQUITETOS e fotos de Marconi Valadares e Luciana Lara:










19/02/2019

Anti Status Quo foi capa do Caderno diversão e arte do Correio Braziliense de ontem! E hoje saimos no metrojornal

Agradecemos o Correio Braziliense e nossa assessoria de imprensa Território Cultural ! As matérias   falaram do nosso novo trabalho Microutopias Cotidianas Aglutinantes do lugar e de nossos 30 anos e o Correio Braziliense fez inclusive uma retrospectiva dos trabalhos!!!!! 


Correio Braziliense, capa do Diversão e arte do dia 18/02/2019. Jornalista: Nahima Maciel



Novo espetáculo da Anti Status Quo Companhia de Dança explora a cidade
A proposta é levar o público a andar pelo Plano Piloto em busca das cenas e dos bailarinos

Tudo é inusitado em Microutopias cotidianas aglutinantes do lugar. Do horário de início à localização do palco, o novo espetáculo da companhia Anti Status Quo foi gestado ao longo dos últimos 13 anos e ganhou maturidade depois de muita pesquisa, conversa e vivência sobre o que significa ocupar o espaço urbano. Hoje, a partir das 9h30 da manhã, quando os espectadores forem liberados para correr atrás das cenas — sim, eles precisarão se deslocar —, Brasília vai virar o palco de um imenso balé contemporâneo.



Concebido para 24 pessoas, Microutopias cotidianas aglutinadoras do lugar nasceu do desejo e do encanto pela cidade e pela banalidade do cotidiano. “A gente vem pesquisando a relação do corpo com a cidade desde 2006”, avisa Luciana Lara, diretora e criadora do espetáculo. “Ele é um apanhado de todas as nossas descobertas.” Apenas 24 pessoas poderão participar. Elas devem comparecer ao Centro de Dança para receber um mapa e, a partir deste, começar uma caminhada de aproximadamente uma hora. Durante o percurso, marcado no mapa, o espectador vai esbarrar nas ações desenvolvidas pelos bailarinos.



Luciana não diz quantos locais nem quantos bailarinos participam do Microutopias. Ela quer evitar spoilers e garantir a surpresa. No total, a ação dura uma hora e vinte minutos e será realizada em duas temporadas, com seis dias para cada uma. “É uma experiência que, para ser intensa, a gente tinha que individualizar. O espectador fica autônomo. É um espetáculo itinerante, não é para sentar e assistir. Você olha e as coisas acontecem. São segundos de acontecimento”, avisa. “A ideia foi criar um mapa como se fosse uma caça ao tesouro. O tesouro é o cotidiano. Queremos levar o cotidiano para outro patamar do belo.”



A diretora espera instaurar a poesia no olhar de quem está vendo as cenas e chamar a atenção para detalhes urbanos que passam despercebidos. No mapa, ela garante, não estão os lugares simbólicos e conhecidos da paisagem brasiliense. Um brasiliense típico, acredita Luciana, dificilmente empreenderia um passeio aos locais escolhidos. São lugares que poderiam fazer parte da configuração de qualquer cidade.



As ações dos bailarinos também podem ser muito discretas. É uma forma de exigir do espectador muita atenção para a paisagem urbana e de obrigá-lo a olhar para a cidade com cuidado. Muitas vezes, os bailarinos podem estar camuflados e se confundir com os transeuntes. Esses, por sua vez, se transformam em público. Os 24 espectadores têm o mapa, mas a população inteira vira público. “Tem uma mistura entre ficção e realidade. Você não sabe o que é real, o que foi feito para você. O que acontece na rua, a gente não tem controle. Tem o acaso e o caos que estão sempre presentes, além da participação das pessoas”, reconhece Luciana.



Parte do Microutopias já havia sido esboçado em trabalhos como Cidade em plano (2006) que explorava, esse sim, os ícones das concepções urbanas e arquitetônicas de Lucio Costa e Oscar Niemeyer. A relação do corpo com a cidade, seja ela física, seja política, era o cerne do trabalho. Em 2014, a cidade esteve presente em Sacolas urbanas, uma reflexão sobre o consumismo, a alienação do espaço urbano e movimentação das grandes massas nas cidades. Para Camaleões, de 2009, o desaparecimento dos corpos em meio à poluição visual da cidade foi trabalhado como uma metáfora sobre a dinâmica urbana. Microutopias é o mais recente fruto de uma investigação voltada, principalmente, para o lugar do homem na cidade que construiu.



Microutopias Cotidianas Aglutinantes do Lugar

Anti Status Quo Companhia de Dança. Ponto de encontro: Centro de Dança do DF. De hoje a sábado, às 9h30. Número de espectadores limitado a 24 pessoas. Entrada franca, mediante agendamento, no e-mail microutopiasasq @gmail.com. Não recomendado para menores de 18 anos





» MEMÓRIA



De Carne e Concreto – Uma Instalação Coreográfica (2014)

» A condição humana e a vivência da coletividade sob a égide do sistema capitalista são os temas da instalação



Autorretratodinâmico (2009)

» A dança do ponto de vista pessoal como expressão da alteridade orienta a coreografia



Aletheia (2003)

» Aparência, poder, gênero e os papéis exercidos pelas pessoas na sociedade fazem parte da investigação desse trabalho



Coisas de cartum (2002)

» Os quadrinhos inspiram essa peça sobre as mazelas da vida contemporânea



Dalí (2000)

» Vida e obra do pintor surrealista ganha interpretação livre da companhia



Nada pessoal (1998)

» Como a comunicação de massa e a opressão da sociedade moldam a alteridade serve de tema para a companhia



No instante (1996)

» Bailarinos foram estimulados a criar a partir de roteiros estabelecidos previamente em busca da expressividade pessoal de cada um



Anti Status Quo Dança (1994)

» Objetos e efeitos de luz interagem com os corpos em uma coreografia de temas lúdicos e com ilusões de ótica



Efeitos (1991)

» Linhas e volumes servem de base para a primeira criação da companhia


Retirado do site do Correio Braziliense no dia 18/02/219:

Acesse o link e veja a matéria de Nahima Maciel :



Metro Jornal dia 19/02/2019




13/02/2019

Estreia do novo espetáculo da Anti Status Quo Companhia de dança: MICROUTOPIAS COTIDIANAS AGLUTINANTES DO LUGAR!!!!!!

A Anti Status Quo Companhia de Dança estreia sua mais nova criação, Microutopias Cotidianas Aglutinantes do lugar, no ano que comemora seus 30 anos de trabalho em dança contemporânea. Esta, que é a 11ª obra da Companhia, será apresentada em duas temporadas, de 18 a 23 de fevereiro e de 18 a 23 de março. As apresentações têm início às 9h30, da manhã, e o ponto de encontro é o Centro de Dança do DF.

Em Microutopias Cotidianas Aglutinantes do lugar, obra itinerante contemplativa, a Companhia mergulha na experiência do corpo no cotidiano e no espaço urbano misturando as linguagens da dança, da fotografia e da intervenção urbana. Com plateia restrita a 24 pessoas (por sessão), cada espectador é recebido com um mapa de orientações que o leva a um passeio urbano provocativo de vivência sensível. Segundo Luciana Lara, diretora e coreógrafa da Companhia, “nesta proposta, o público trilha um percurso mapeado nas ruas em que acontecimentos e instalações mudam a perspectiva do olhar sobre a cidade”.

O espetáculo é gratuito e para participar é necessário fazer o agendamento prévio pelo e-mail microutopiasasq@gmail.com.






Serviço:

Espetáculo: MICROUTOPIAS COTIDIANAS AGLUTINANTES DO LUGAR
Grupo: Anti Status Quo Companhia de Dança
Ponto de encontro: Centro de Dança do DF
Dias: 18 a 23 de fevereiro e 18 a 23 de março de 2019 (de segunda à sábado)
Horário: sempre às 9h30
Número de espectadores por sessão: 24 pessoas
Entrada franca, mediante agendamento, no e-mail microutopiasasq@gmail.com
Duração: 90 minutos
Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 18 anos


Ficha técnica:

Grupo: Anti Status Quo Companhia de Dança
Direção artística e conceito: Luciana Lara
Pesquisa e concepção: Luciana Lara em colaboração com bailarinos
Bailarinos: Camilla Nyarady, Déborah Alessandra, João Lima, Luciana Matias, Marcia Regina e Roberto Dagô.
Residências artísticas: Gustavo Ciríaco e Michelle Moura.
Figurino: Luciana Lara e bailarinos
Produção: Anti Status Quo produções artísticas
Assistente: Raoni Carricondo
Arte gráfica dos mapas e intervenções fotográficas: Marconi Valadares e Luciana Lara
Identidade visual e material gráfico de divulgação: Coarquitetos

03/02/2019

Começamos as apresentações de 2019 em Recife -PE pelo Festival do Teatro Brasileiro - Cena Brasiliense ao Recife.

Anti Status Quo Companhia de Dança integra programação do Festival do Teatro Brasileiro - cena Brasiliense ao Recife-PE com "De Carne e Concreto - Uma Instalação Coreográfica" e "Camaleões" junto com vários colegas da cena mais atual do DF.

A Companhia já participou de duas outras edições do Festival de Teatro Brasileiro, a edição realizada em Campo Grande -MS em 2013 onde apresentou "Cidade em Plano" e realizou o lançamento do livro Arqueologia de Um Processo Criativo - Um Livro Coreográfico e a realizada em Belo Horizonte - BH em 2017, quando apresentou De Carne e concreto - Uma Instalação Coreográfica, realizou uma residência que culminou numa apresentação chamada " O que podemos faze juntos, que não podemos fazer separados?" e um intercâmbio com o grupo Sapos e Afogados!

Dessa vez embarcamos pro Recife-PE, nesta segunda-feira, confira os dias e horários venha assistir a gente:

- Dia 6.02 -  "De Carne e concreto - Uma Instalação Coreográfica" às 20h na Galeria Janete Costa.
 Ingressos limitados em 100 pessoas!

- Dia 08.02  - a intervenção urbana "Camaleões"  ás 15h na rua da Imperatriz. 
Gratuito!











Pela primeira vez no Recife, De Carne e Concreto - Uma instalação coreográfica, da Anti Status Quo Cia de Danca, é um convite para ficar totalmente imerso e refletir sobre a condição urbana humana da perspectiva do corpo. Na fronteira entre a dança contemporânea, a performance art, as artes visuais e o experimento social, o público participa ativamente de uma experiência que levanta questões sobre como viver em sociedade em grandes centros urbanos e como o sistema econômico atual molda o comportamento. 📷Marco Correia

06.02 | 20h | Galeria Janete Costa








Camaleões, da Anti Status Quo Companhia de Dança, chega ao Recife para uma ação na rua, gratuita dentro da programação do XX Festival do Teatro Brasileiro. Na intervenção urbana, corpos cobertos por imagens e palavras tirados de jargões publicitários perdem seus contornos na poluição visual do ambiente urbano. Os materiais denunciam valores, ideais de vida, noções de corpo produzidos, manipulados e distorcidos com o intuito de vender que são incorporados acriticamente. 📷 Luciana Lara

08.02 | 15h | Rua da Imperatriz


Sobre o Festival:

Em sua 20ª edição, o Festival do Teatro Brasileiro (FTB) chega ao Recife trazendo o que de importante está sendo feito nas artes cênicas do Distrito Federal. De 29 de janeiro a 14 de fevereiro, serão 12 montagens em palcos do Recife e Camaragibe, festas, uma residência artística e três oficinas de dramaturgia - as inscrições, gratuitas, estão abertas [programação completa no site www.festivaldoteatrobrasileiro.com.br.

Quatro apresentações terão audiodescrição e tradução em Libras. É um reencontro do evento itinerante com a arte pernambucana: em 2004, a cena local foi para Brasília; em 2008, Recife recebeu espetáculos baianos; e em 2009, uma caravana de PE seguiu para Bahia e Sergipe.

Doze montagens de teatro adulto e para infância e juventude, dança e circo de Brasília virão a Pernambuco para 18 sessões. São eles: “Misanthofreak” (Grupo Desvio), “Achadouros – Teatro Para Bebês” (Coletivo Criadouros), “Por um Triz” (Coletivo Instrumento de Ver), “De Carne e Concreto – Uma Instalação Coreográfica” (Anti Status Quo Companhia de Dança), “Encerramento do Amor” (Cia Setor de Áreas Isoladas), “Inka Clown Show” (Cia Circo Rebote), “Frango” (Cia Errante), “Iara – O Encanto das Águas” (Cia Lumiato Teatro de Formas Animadas), “O Vazio é Cheio de Coisa” (Cia Nós no Bambu), “Columpio” (Cia Circo Rebote), “Camaleões” (Anti Status Quo Companhia de Dança) e “A Moscou! Um Palimpsesto” (Cia Setor de Áreas Isoladas).

Os ingressos – há sessões gratuitas – já estão à venda no site Ingresso Rápido e na central de vendas do Teatro de Santa Isabel.





Quer saber mais?

Acesse o link de algumas reportagens sobre o XX Festival do Teatro Brasileiro na imprensa de Recife -PE:   

G1:

https://g1.globo.com/pe/pernambuco/noticia/2019/01/27/festival-do-teatro-brasileiro-traz-ao-grande-recife-producoes-do-distrito-federal.ghtml?fbclid=IwAR2Mo-pX5eTYCS6gOV-bz4ywGyW_GzEHtqgIt3ZAEut_umC-CMReOn7FQ8A

Blog Terceiro Ato do JC:

https://jc.ne10.uol.com.br/blogs/terceiroato/2019/02/01/20o-festival-do-teatro-brasileiro-aporta-em-pernambuco/?fbclid=IwAR3BsykT3UT43JNnhDPTqtuQLx7L9ptJ2ePFq-J8ALTYeRcDgxk1-3imRCk


Diário de Pernambuco:

http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/viver/2019/01/29/internas_viver,775647/festival-traz-a-pernambuco-espetaculos-e-oficinas-artisticas-do-distri.shtml?fbclid=IwAR3b6btOOzTOhfwEDm-T1sD1chDyv3S7GYvtZRSugWqIZ-Yr0JLBehsLGPc